Covid: Família indignada por mãe de 47 anos ter morrido sem ter Covid, mas Sesap/RN insistiu que era o vírus

Maria Roberlândia com os filhos, João Paulo e Jéssica — Foto: Arquivo da família
Maria Roberlândia com os filhos, João Paulo e Jéssica — Foto: Arquivo da família

Com um possível desejo de aumentar os números de mortes pelo Covid-19, como pode está acontecendo em todo o Brasil, como denunciado pelo ex-deputado federal Roberto Jefferson, presidente nacional do PTB, sobre o plano de corrupção denominado “o COVIDÃO“, a Sesap/RN insiste em diagnosticar algumas mortes como sendo coronavírus contrariando até alguns médicos.

A família de Maria Roberlândia de Carvalho Gomes, 47 anos, faxineira, teve uma complicação com sua mãe, Roberlânsia, após uma forte gripe que atacou a todos da família.

Os sintomas apontavam para o coronavírus, pois ela ficou com muita falta de ar. Levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Nova Esperança, em Parnamirim. Segundo seu filho, a paciente sendo indicada para que se fizesse Raio-x dos pulmões, a UPA não realizou o procedimento e a liberou para casa dizendo que ela não se enquadrava nos sintomas indicados pelo Ministério da Saúde, por não ter tido contato com estrangeiros, nem apresentar febre. Isto aconteceu no início de março.

Já na manhã do dia 19 de março, com muita falta de ar, foi levada novamente à UPA, desta vez pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Ele, o filho de Roberlândia, disse que a mãe foi entubada e, às 11h do mesmo dia, os médicos apontavam que era um problema bacteriano, invés de Covid, mas a Sesap insistia para o diagnostico do Covid. Isto é o que que informa a família da falecida em notícia do G1.

Por sinal a interferência da Sesap nos procedimento dos médicos, com possíveis objetivos de adicionar números relacionados ao Covid, pode causar mau atendimento aos pacientes que chegam as UPAs e causar danos maiores aos pacientes.

Conhecemos famílias que apresentaram sintomas do Covid e não quiseram ir ao médico por medo, dizendo que só irão se sentirem cansaço. Eles acreditam que há uma intenção de aumentarem o número de óbitos (claro que é imaginação). Mas tudo pode está acontecendo depois da declaração do secretário Cipriano Maia que disse que iriam morrer mais de 10 mil pessoas no RN.

A senhora Roberlândia pode ter sido vítima de um infarto, de muitas outra doenças que existem, mas não houve diagnóstico preciso. Apenas suspeita de Covid.

Agora, 30 dias após sepultamento, sem direito a dignidade de ter despedidas de amigos e outros familiares, houve apenas um velório com dez pessoas. A família ainda espera, com indignação, saber de que morreu a senhora Roberlândia.

Dá para acreditar nisso?

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