Category: Saúde

Esposa e filha de Eduardo Bolsonaro são diagnosticadas com Covid-19

Heloísa e a filha, Georgia também foram diagnosticadas com a Covid-19

A esposa do deputado federal Eduardo Bolsonaro, Heloisa Wolf, usou as redes sociais nesta segunda-feira, 27, para falar sobre a saúde da família e confirmar que ela e a filha foram contaminadas pela Covid-19. A informação foi dada três dias após o filho de Jair Bolsonaro receber o diagnóstico, na sexta-feira, 24. “No primeiro dia ficamos mal, agora graças a Deus estamos bem. E graças a um medicamento que foi só tomar e melhorei na hora! Impressionante”, disse, em resposta a uma seguidora. Ela também afirmou que foi a segunda vez na qual se contaminou com a doença e disse que esta foi a primeira vez na qual Eduardo Bolsonaro teve Covid-19.

Segundo Heloisa, os sintomas iniciais da filha Georgia foram febre e coriza. “Graças a Deus ela não teve mais febre e está super disposta, se alimentando e brincando”, afirmou. Ela, por sua vez, teria apresentado os mesmos sintomas do marido: dor de cabeça, dor no corpo, coriza, secreção e espirros. “Tomei ivtna [ivermectina], azcn [azitromicina], mas o que tirou todos meus sintomas com a mão, em menos de 1hr, foi a hdxclqna [hidroxicloroquina]”, disse. Segundo a esposa do deputado, da primeira vez que foi infectada ela não tomou os medicamentos porque estava grávida, mas, desta vez, ela ficou “impressionada” com o resultado. Nenhum dos medicamentos administrados têm eficácia comprovada contra a Covid-19.

Jovem Pan

RN deve receber novo lote de vacinas da Pfizer nos próximos dias

RN recebe primeiro lote da vacina da Pfizer com mais de 7 mil doses do  imunizante
Foto da Internet

O Ministério da Saúde recebeu ontem (26) mais 2 milhões de doses da vacina da Pfizer contra a covid-19. O carregamento foi entregue no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP) e deve ser distribuído aos estados nos próximos dias, entre eles o Rio Grande do Norte.

No RN, mais de 3,7 milhões de doses já foram aplicadas. Estão sendo administradas doses da Pfizer, Jenssen, AstraZeneca e Coronavac. Até agora, 100% das vacinas foram compradas e distribuídas pelo Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde.

Segundo o Ministério, das mais de 287 milhões de doses já distribuídas aos estados, 75,9 milhões são da Pfizer. Com o novo lote, a fundação alcança aproximadamente 101 milhões de vacinas disponibilizadas ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). O número foi alcançado em apenas oito meses.

Os recursos investidos na aquisição de doses de vacinas já somam R$ 188 bilhões, segundo o ministério.

BG

Rio Grande do Norte tem 13 mil pessoas na fila por cirurgia eletiva

Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL) e Sesap divergem sobre caso do idoso Wilton Solidade — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi
Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL) e Sesap divergem sobre caso do idoso Wilton Solidade — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi

O Rio Grande do Norte tem aproximadamente 13 mil pacientes na fila por uma cirurgia eletiva na rede pública do estado. O levantamento é da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), que aponta a pandemia como fator do agravamento, já que muitas cirurgias foram suspensas no ano passado e no início deste ano por causa da necessidade de direcionar leitos de UTI para o tratamento da Covid.

É uma situação difícil e dolorosa de quem espera sem saber quando chegará a vez de fazer a cirurgia, como no caso de pacientes que aguardam há anos para a retirada de hérnias e veem o problema de saúde piorar por causa dessa demora.

O autônomo Franciélio Medeiros está internado porque parte do intestino parou de funcionar, consequência de dois anos de esperar por uma cirurgia para retirada de uma hérnia.

“Fiz uma tomografia e os médicos falaram que o intestino está um pouco obstruído. Por isso estou sentindo muita dor e estou aqui para realizar essa cirurgia”, falou. “Entrei na fila em 2019. Fui obrigado a me internar agora por causa de complicações”, completou.

A dona de casa Jeruza Alves Martins não tem conseguido dormir com as dores na barriga. Ela também aguarda há dois anos pela retirada de uma hérnia.

“Minha hérnia incomoda muito. Tem dia que não consigo dormir na rede, e vou para a cama. tem dia que eu coloco a cinta, e não dá certo. Incomoda demais. Tenho muita vontade de fazer essa cirurgia”, contou.

A Sesap não tem previsão de quando estes procedimentos irão ser realizados. O órgão reforçou que a pandemia gerou uma demanda reprimida por causa da suspensão de cirurgias no último ano, mas informou que novos contratos assinados há duas semanas permitirão a realização de 1.500 cirurgias por mês, a partir de agora.

Outro caso que chama atenção envolve o aposentado Wilton Solidade, de 65 anos. Ele espera há cinco anos por uma cirurgia de reconstrução do intestino e para a retirada de uma hérnia que se formou na abertura de uma colonoscopia feita na barriga para a eliminação de fezes. O ferimento, além de doer muito, segundo o idoso, sangra com frequência e tem um odor forte.

O caso se torna mais complexo porque a situação dele na fila de regulação para as cirurgias no estado é um mistério. Nesse período de espera, ele realizou exames no Hospital Universitário Onofre Lopes, que tem contrato de prestação de serviço para a rede pública, e era informado que estava na fila para fazer os procedimentos.

A fila parecia que nunca andava e, na última semana, em contato com a Inter TV Cabugi, o HUOL informou que ainda estava aguardando a Sesap marcar a cirurgia dele. A Sesap, por sua vez, afirmou que Wilton foi regulado e que estaria em uma fila interna do HUOL, o que o hospital rebate e afirma que não existe tal fila.

Segundo o HUOL, uma solução para este caso seria a Sesap incluir o aposentado a fila de regulação novamente ou contratar a cirurgia em algum hospital particular. Na noite de quarta-feira (22), a Sesap informou que o hospital marcou uma consulta para Wilton no próximo dia 30.

G1RN

Pandemia impede realização de mais de 1 milhão de cirurgias em um ano no Brasil

Foto: Elói Corrêa / Agência O Globo

A pandemia de covid-19 pode ter feito com que mais de 1 milhão de cirurgias eletivas e emergenciais tenham deixado de ser feitas no Brasil em 2020. A estimativa consta de um artigo do Programa de Cirurgia Global e Mudança Social da Harvard Medical School, publicado na revista The Lancet Regional Health – Americas.

O levantamento usou dados do DataSUS, do Ministério da Saúde, sobre o número de cirurgias feitas no país no período de 2016 a 2020. Por meio de um modelo estatístico, a pesquisa estimou o volume cirúrgico esperado para o período de pandemia, entre março e dezembro do ano passado..

Ao comparar o número esperado com os dados reais fornecidos pelos estados, verificou-se um acúmulo de mais de 1,1 milhão de cirurgias, a maioria delas (928.758) eletivas, aquelas que não são consideradas de urgência.

Segundo o professor Rodrigo Vaz Ferreira, da Universidade do Estado do Amazonas, um dos coautores do estudo, o resultado é similar ao de outros países com grande volume de intervenções cirúrgicas. “Por um lado, essa redução se explica pela priorização de procedimentos mais urgentes, realocação de recursos e manejo dos profissionais de saúde durante a pandemia”, destaca Ferreira, que faz pós-graduação na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

De acordo com a pesquisa, os estados com políticas governamentais mais rígidas de contenção do vírus, como fechamento de escolas, locais de trabalho e proibições de viagem, conseguiram manter o nível de funcionamento das cirurgias de urgência, graças à preservação de recursos e leitos, apesar do grande atraso nas cirurgias eletivas.

“A análise de tais dados pode informar políticas públicas que atenuem os efeitos desse acúmulo, além de prevenir crises futuras. Temos que estar preparados, incentivar a população a se vacinar e respeitar as medidas sanitárias locais, pois isso contribui para a preservação dos serviços plenos de cirurgia”, ressalta Fábio Botelho, cirurgião do trauma e pediátrico, pesquisador na Universidade McGill, no Canadá, e coautor do estudo.

O estudo completo, em inglês, pode ser acessado no site da revista.

Agência Brasil/BG

Ministério da Saúde estuda eficácia de meia dose de vacina contra Covid-19 como reforço

Foto: Junior Santos

O estudo do Ministério da Saúde em parceria com a Universidade de Oxford para avaliar a necessidade de terceira dose da vacina contra a Covid-19 deve abrir uma nova frente: o teste da meia dose de reforço. 

A ideia é saber se as pessoas que receberem a metade de uma dose completa na terceira aplicação ficam igualmente imunizadas.

Com isso, o Brasil e outros países poderiam otimizar a aplicação de doses, vacinando o dobro de pessoas com a mesma quantidade.

Monica Bergamo/ BG

RN inicia vacinação de idosos com dose de reforço contra a Covid-19

RN inicia vacinação de idosos com dose de reforço contra a Covid-19 — Foto: Divulgação
RN inicia vacinação de idosos com dose de reforço contra a Covid-19 — Foto: Divulgação

O Rio Grande do Norte começa nesta segunda-feira (20) a vacinação de idosos com a dose de reforço contra a Covid-19. A vacinação estava prevista para começar no dia 15 de setembro, mas foi adiada pelo governo por falta de doses suficientes.

Em Natal, a aplicação da dose de reforço começa com os idosos de 95 anos ou mais, independente do imunizante da D1.

Para receber a dose de reforço é necessário ter tomado as duas primeiras doses há pelo menos seis meses. As pessoas devem levar o cartão de vacinação, documento com foto e comprovante de residência de Natal.

Natal também começa nesta segunda-feira (20) a vacinar, com a dose de reforço, os idosos institucionalizados.

Dose de Reforço

A dose de reforço é indicada para os idosos que completaram o esquema vacinal há mais de seis meses. No caso dos imunossuprimidos, eles devem esperar 28 dias após a segunda dose, para poder tomar o reforço.

Após as pessoas com mais de 70 anos – grupo estimado em mais de 209 mil idosos – o governo também deverá aplicar dose de reforço nos pacientes imunossuprimidos, que são pouco menos de 4 mil. São pessoas que vivem com HIV/Aids e outras doenças, como as degenerativas.

G1RN

Anvisa aprova indicação de baricitinibe para internados com covid-19

Fachada do edifício sede da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Foto reproduzida da AB

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou na noite desta sexta-feira que aprovou a indicação do medicamento baricitinibe para o tratamento de pacientes internados com covid-19. O uso do medicamento é autorizado para pacientes adultos hospitalizados e que necessitam de oxigênio por máscara ou cateter nasal, ou que necessitam de alto fluxo de oxigênio ou ventilação não invasiva.

Os dados que sustentam a eficácia e a segurança do medicamento no tratamento para a covid-19, segunda a Anvisa, foram apresentados pela empresa Eli Lilly do Brasil Ltda. A agência informou que trata-se “de uma nova indicação terapêutica, já que o baricitinibe possui registro no Brasil para o tratamento de artrite reumatoide ativa moderada a grave e dermatite atópica moderada a grave.”

O baricitinibe é um inibidor seletivo e reversível das enzimas janus quinases (JAKs), em especial JAK 1 e 2, responsáveis pela comunicação das células envolvidas na hematopoese (processo de formação e desenvolvimento das células do sangue), na inflamação e na função imunológica (função de defesa do corpo).

Agência Brasil

Primeiro lote de vacinas da Pfizer destinado à dose de reforço em idosos é distribuído aos municípios do RN

Primeiro lote de vacinas para dose de reforço é distribuído aos municípios potiguares — Foto: Divulgação
Lembrando que adolescentes e crianças não podem se vacinarem /  Foto: Divulgação

A Secretaria de Saúde do Rio Grande do Norte começou a distribuir no início da tarde desta sexta-feira (17), o primeiro lote de vacinas contra a Covid-19 para a aplicação da dose de reforço nos idosos do estado.

De acordo com a pasta, foram encaminhadas aos municípios 20 mil doses da vacina Pfizer para esse público.

A orientação da Sesap aos municípios é de que o reforço deve começar pelos idosos acamados e aqueles que vivam em instituição de longa permanência.

A previsão inicial da Sesap era de que as doses de reforço começassem a ser aplicadas no último dia 15. Entenda como vai funcionar.

Além dessas para o reforço, também foram distribuídas, para segunda dose, mais 73.750 vacinas, sendo 28.200 da Pfizer, 18.840 de Coronavac/Butantan e outras 26.710 de Astrazeneca/Fiocruz, que voltou a ser distribuído, após uma paralisação temporária. Parte dessas vacinas foram recebidas no fim da tarde desta quinta-feira (16).

Na semana passada, municípios como Mossoró suspenderam a aplicação da segunda dose da Oxford/AstraZeneca por falta de vacinas. O motivo é que, pela primeira vez desde o início da produção no Brasil, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) anunciou no dia 3 de setembro que ficaria duas semanas sem entregar doses de AstraZeneca para o Ministério da Saúde, por atraso na entrega do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), que é o componente usado para fabricar a vacina. O composto é importado da China.

Até a manhã desta sexta-feira (17), o estado registrava 3,49 milhões de doses aplicadas. Ao todo, 2,24 milhões de pessoas que receberam ao menos uma dose, alcançando 84% do público-alvo.

O recorte entre os maiores de idade vacinados com duas doses ou dose única é de 47% dos adultos, o que representa 1,25 milhões de moradores do RN.

G1RN

Hospital Universitário Onofre Lopes suspende cirurgias por falta de luvas em Natal

Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL) UFRN Natal RN — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi
Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL) UFRN Natal RN — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi

O Hospital Universitário Onofre Lopes, localizado na Zona Leste de Natal, está com procedimentos cirúrgicos suspensos há uma semana por falta de luvas cirúrgicas. A unidade tem contrato de prestação de serviço com o governo do estado para a realização de cirurgias pela rede pública de saúde.

De acordo com a administração do hospital, o desabastecimento aconteceu em razão do preço do insumo, que aumentou durante a pandemia, e da paralisação dos caminhoneiros em algumas regiões do país na última semana.

A agricultora Maria Ilenilda Pereira é uma das mais de mil pessoas que aguardam na fila de espera por cirurgias urológicas na unidade. Ela está internada há 24 dias no Hospital Tarcísio Maia, em Mossoró, esperando a retirada de pedras na uretra.

“Eu fui para Natal. Chegando lá, disseram que não podiam fazer minha cirurgia por falta de material. Aí me colocaram na fila de espera e até hoje estou aguardando”, conta.

Wilton Solidade aguarda por uma cirurgia de reconstrução do intestino há cinco anos e há quatro pela retirada de uma hérnia, que se criou na colostomia – abertura feita na barriga para a eliminação das fezes. A situação do paciente se agravou por causa da demora para a realização dos procedimentos. “É muita dor. Não consigo dormir direito, não tenho como trabalhar… Eu não estou bem, não aguento mais”, diz o aposentado.

Em nota, o HUOL informou que conseguiu um empréstimo de 8 mil luvas com o Hospital Universitário de Santa Cruz e está em tratativas com a UFRN e com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sesap) para um empréstimo que supra as necessidades da unidade hospitalar pelo período de um mês. Com isso, a realização de cirurgias deve ser retomada na segunda-feira (20), segundo o hospital.

G1RN

Seguindo orientaões do Ministério da Saúde e OMS, Natal suspende vacinação de adolescentes sem comorbidades contra a Covid

Vacinação contra a Covid-19 em Natal, Rio Grande do Norte, RN — Foto: Kleber Teixeira/Inter TV Cabugi
Vacinação contra a Covid-19 em Natal, Rio Grande do Norte, RN — Foto: Kleber Teixeira/Inter TV Cabugi

Seguindo a orientação do Ministério da Saúde e da OMS, a prefeitura de Natal suspendeu a vacinação de adolescentes sem comorbidades contra a covid-19 após a publicação de uma nota técnica do Ministério da Saúde, segundo confirmou a Secretaria Municipal de Saúde.

A suspensão foi anunciada no início da manhã desta quarta-feira (16), para quando estava marcado o início da imunização de adolescentes com 17 anos sem comorbidades na capital potiguar.

Segundo a coordenadora de vigilância em Saúde, Juliana Araújo, a vacinação segue ocorrendo para adolescentes com comorbidades e o público-geral a partir dos 18 anos.

A nota técnica seguida pelo município foi publicada no sistema do Ministério da Saúde por volta das 21h30 da quarta-feira (15) e é assinada eletronicamente por Rosana Leite de Melo, secretária extraordinária de Enfrentamento à Covid.

“Quando recebemos essa nota, entrei em contato com a gestão e por cautela, por segurança, a gente suspende até que todos os questionamentos sejam esclarecidos, e que a gente possa ter uma vacinação eficaz”, afirmou ao Bom Dia RN, da Inter TV Cabugi.

Juliana informou que procurou o Ministério da Saúde para tirar dúvidas sobre o assunto. O ministério ainda não se posicionou sobre o documento.

O G1 procurou a Secretaria Estadual de Saúde, que afirmou que discute com os municípios a aplicação pelo menos das doses recebidas para este público até o momento.

G1RN

Sesap orienta municípios do RN a retomarem intervalo de 85 dias para segunda dose de Oxford/Astrazeneca

Sesap orienta municípios a retomarem intervalo de 85 dias para segunda dose de Oxford/Astrazeneca — Foto: Patrícia Coelho/Divulgação SMS/PMPA
Sesap orienta municípios a retomarem intervalo de 85 dias para segunda dose de Oxford/Astrazeneca — Foto: Patrícia Coelho/Divulgação SMS/PMPA

A Secretaria Estadual de Saúde Público (Sesap) orientou os municípios do Rio Grande do Norte a retomarem o prazo de 85 para aplicação da segunda dose da vacina Oxford/Astrazeneca.

A recomendação é válida para as cidades que tenham pouco estoque do imunizante e acontece após um atraso na entrega de novas doses da vacina. O desabastecimento de vacina da AstraZeneca já suspendeu aplicação em cidades de 5 estados.

“Aqueles municípios que por ventura percebam que o número de doses que eles têm em estoque não vai dar vazão pra conseguir aplicar a segunda dose nesse intervalo de 56 dias devem retornar para aquele intervalo anterior. Isso só pra vacina da Oxford, a da Pfizer continua com 56 dias”, disse a coordenadora de Vigilância em Saúde da Sesap, Kelly Maia, em entrevista ao Bom Dia RN.

No dia 2 de setembro, por orientação do Ministério da Saúde, a Sesap reduziu o intervalo entre as doses de 85 para 56 dias.

No entanto, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) anunciou no dia 3 de setembro que ficaria duas semanas sem entregar doses de AstraZeneca para o Ministério da Saúde, porque houve atraso na entrega do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), que é o componente usado para fabricar a vacina. O composto é importado da China.

Em Mossoró, segunda maior cidade do Rio Grande do Norte, as vacinas da Oxford/AstraZeneca acabaram e a prefeitura suspendeu a vacinação da população com o imunizante por volta na última sexta-feira (10). Ainda não há prazo para retomada.

“É importante esclarecer que o Estado só tomou essa decisão de diminuição do intervalo porque o Ministério da Saúde sinalizou que era possível e que os estados deveriam fazer essa adesão por causa da nova variante. Então nós fizemos a adesão, diminuímos o esquema vacinal e estamos com esse problema de continuidade no recebimento da vacina da Oxford”, explicou Kelly Maia.

Segundo ela, não há previsão de chegada de uma nova remessa de vacinas da Oxford/Astrazeneca no RN.

Em São Paulo, a prefeitura vai aplicar a vacina da Pfizer em 165 mil pessoas que estão com a 2ª dose da AstraZeneca atrasada. Já no Rio Grande do Norte, de acordo com Kelly Maia, não há previsão de uso da vacina da Pfizer para estes casos.

G1RN

Em uma semana, no Brasil, número de mortes por covid cai 9%; casos caem 13%

Foto da Internet

O número de mortes causadas pela covid-19 caiu 9% na Semana Epidemiológica 35, que vai de 29 de agosto a 4 de setembro, em comparação com a semana anterior. As informações estão no mais recente Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde sobre a covid-19 e foram analisadas pelo Diário do Poder.

Nessa Semana Epidemiológica, autoridades de saúde registraram que 4.352 pessoas não resistiram à covid-19, enquanto o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde na semana anterior trouxe 4.801 óbitos.

O resultado representa uma continuidade da queda da curva de mortes. A média móvel diária de mortes ficou em 686.

O número de novos casos de covid-19 confirmados por autoridades de saúde teve queda de 13% na semana do levantamento. Nesse período, foram registrados 149.259 novos diagnósticos confirmados, contra 172.118 na semana anterior. A média móvel de casos (total no período divido por sete dias) ficou em 21.323.

O resultado da SE 35 marca a continuidade da trajetória de redução da curva de casos. A diminuição dos novos diagnósticos positivos de covid-19 foi iniciada em março, com um revés na SE 13.

BG

Covid: Natal inicia vacinação de adolescentes de 17 anos com comorbidades ou deficiência neste sábado (11)

Covid: Natal inicia vacinação de adolescentes de 17 anos com comorbidades ou deficiência neste sábado (11) — Foto: Alex Régis/Prefeitura de Natal
Covid: Natal inicia vacinação de adolescentes de 17 anos com comorbidades ou deficiência neste sábado (11) — Foto: Alex Régis/Prefeitura de Natal

O município de Natal vai dar início, neste sábado (11), à vacinação de adolescentes de 17 anos com comorbidades ou deficiência permanente e privados de liberdade.

Os jovens devem procurar atendimento em um dos quatro pontos de drive-thru (Palácio dos Esportes, Via Direta, Sesi ou Nélio Dias) acompanhados dos pais ou responsáveis legais.

A partir da segunda-feira (13), a vacinação também estará disponível nas 35 salas espalhadas pela cidade.

Já a vacinação dos adolescentes privados de liberdade será realizada nas unidades em que eles estão.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, os adolescentes que possuem deficiência permanente devem apresentar laudo médico ou uma cópia do documento oficial de identidade com indicação de deficiência ou qualquer outro documento que indique tal condição, além do cartão de vacinação e comprovante de residência de Natal.

Para os adolescentes com comorbidades, será necessário apresentar cópia de um dos documentos como laudos com descritivo ou CID da doença ou condição de saúde; ou declarações com descritivo ou CID da doença ou condição de saúde; ou prescrições médicas (somente as que tiverem carimbo ou cupom grampeado da farmácia da UBS ou PROSUS ou UNICAT ou Hiperdia); ou relatórios médicos com descritivo ou CID da doença ou condição de saúde ou ainda cadastro no HIPERDIA, PROSUS ou UNICAT.

A lista das comorbidades descritas no Plano Nacional de Operacionalização pode ser acessada no site da prefeitura.

Para agilizar o processo de imunização, a Secretaria Municipal de Saúde ainda pediu que as famílias façam, com antecedência, o cadastro na plataforma RN Mais Vacinas.

A vacinação de pessoas com 18 anos ou mais segue sendo realizada em Natal. Até agora, o município vacinou 77% do público de 18 a 29 anos.

Doses recebidas

Natal recebeu, na manhã desta sexta-feira (10), 8.784 doses do imunizante Pfizer. O quantitativo, de acordo com a SMS, é considerado abaixo do necessário para ampliar a vacinação para outras faixas. O município possui 77.002 adolescentes entre 12 e 17 anos.

Segundo a Secretaria, a faixa etária para vacinação será ampliada à medida que o Ministério da Saúde enviar mais doses.

Segunda dose

A segunda dose dos imunizantes está disponível nos quatro pontos de drive-thru ou nas 35 salas de vacinação.

Pode receber a segunda dose da Coronavac quem completou 28 dias da primeira dose. A segunda dose da Oxford e da Pfizer está disponível para quem se vacinou até o dia 8 de julho.

As gestantes que tomaram a primeira dose com o imunizante Oxford e que, por recomendação do Ministério da Saúde, não tomaram a segunda dose, poderão completar seu esquema vacinal com o imunizante da Pfizer nas 35 UBS ou qualquer drive de vacinação.

G1RN

Saúde Governo do Estado não paga e Liga Mossoroense vai parar quimioterapia e diagnósticos

Foto: Divulgação

A Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC) comunica a sociedade Potiguar que, em razão da falta de repasse financeiro da Produção Plus por parte do Governo do Estado do Rio Grande do Norte, referente aos anos de 2017 a 2021, a Instituição irá paralisar seus serviços de quimioterapia e Diagnóstico por Imagem a partir do próximo dia 13 de Setembro por tempo indeterminado.

Somados todos os débitos dos valores do Plus do Governo do Estado do Rio Grande do Norte para com a Liga Mossoroense, dos anos de 2017 a 2021, a dívida com a Instituição ultrapassa os R$ 15 milhões de reais.

A Liga Mossoroense já buscou por inúmeras vezes, nesta e em outras Gestões, participar de reuniões, bem como propôs acordo, por meio do parcelamento da dívida com o Governo do Estado, a fim de não ser obrigada a paralisar seus serviços e prejudicar os pacientes oncológicos de Mossoró e região.

Por último, em reunião realizada no último dia 19 de agosto com a Secretaria Estadual de Saúde Pública (SESAP) foi firmado um compromisso de parcelamento do montante, com início do pagamento previsto para o dia 30 de agosto e posteriores parcelas nos dias 30 de cada mês subsequente. No entanto, a primeira parcela não foi repassada na data firmada em acordo. Com isso, diante da falta de insumos, a Instituição não vê outra alternativa a não ser a paralisação de parte dos seus serviços.

A Liga Mossoroense é referência no tratamento oncológico em Mossoró e região, atendendo cerca de 64 municípios, compreendendo as II, IV e VI regiões das Unidades Regionais de Saúde Pública (URSAP), com um fluxo de aproximadamente 500 pacientes/dia em suas Duas Unidades Hospitalares.

O comunicado publicado nesta quinta-feira(09) é assinado por Paulo Henrique Lima do Monte, presidente da Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC).

BG

Pfizer entrega mais 2,2 milhões de doses ao Brasil neste domingo (5)

Foto: Divulgação

A Pfizer divulgou neste domingo (5) a chegada de mais um lote de vacinas contra a covid-19 no aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), com 1.146.600 doses. A previsão é que às 16hh15 outra aeronave aterrisse com 1.141.920 doses, totalizando 2.288.520 doses.

Tratam-se do 64° e 65° lotes que serão entregues ao governo brasileiro, ressalta a farmacêutica. Essas entregas fazem parte de um cronograma anunciado na terça-feira (31) pela Pfizer que estimava o fornecimento do total de 10 milhões de vacinas até este domingo (5).

A vacina da Pfizer é a única aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para a aplicação em adolescentes, que já está sendo realizada no país. Além disso, está entre os imunizantes recomendados pelo Ministério da Saúde para aplicação da terceira dose em idosos e imunosuprimidos, previsto para ter início no dia 15, data estimada para que 100% dos adultos acima de 18 anos tenham recebido a primeira dose de uma vacina contra covid no país. Vale ressaltar que alguns estados já anunciaram que vão antecipar essa aplicação.

R7/BG