Author: Foto Repórter

Médica é suspensa após postar vídeos dançando com pele e gordura de pacientes

Cirurgiã Caren Trisoglio Garcia postou vídeos de pele de pacientes nas redes sociais
Foto reproduzida do vídeo

cirurgiã plástica Caren Trisoglio Garcia, que atende em Ribeirão Preto (SP), teve seu registro profissional temporariamente suspenso pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo ( Cremesp ). A suspensão aconteceu depois da médica compartilhar vídeos nas redes sociais que mostram pele e gordura de seus pacientes dentro de sacos plásticos.

De acordo com o G1, a suspensão aconteceu na quinta-feira (8), mas foi registrada no site do Cremesp neste sábado (10). O conselho afirmou que as investigações sobre a conduta da cirurgiã tramitarão em sigilo. Com o CRM inativo, ela não pode atender pacientes até o fim da investigação. Se irregularidades forem constatadas, ela pode perder o registro definitivamente.

cirurgiã plástica Caren Trisoglio Garcia, que atende em Ribeirão Preto (SP), teve seu registro profissional temporariamente suspenso pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo ( Cremesp ). A suspensão aconteceu depois da médica compartilhar vídeos nas redes sociais que mostram pele e gordura de seus pacientes dentro de sacos plásticos.

De acordo com o G1, a suspensão aconteceu na quinta-feira (8), mas foi registrada no site do Cremesp neste sábado (10). O conselho afirmou que as investigações sobre a conduta da cirurgiã tramitarão em sigilo. Com o CRM inativo, ela não pode atender pacientes até o fim da investigação. Se irregularidades forem constatadas, ela pode perder o registro definitivamente.

Nas redes sociais, Caren compartilha sua rotina de trabalho e, dentre os vídeos, já publicou imagens de pele humana e gordura de pacientes dentro de sacos plásticos. Nas imagens, ela aparece dançando enquanto segura os pedaços de pele. No TikTok , ela é acompanhada por mais de 600 mil pessoas.

Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica já havia suspendido a médica por seis meses por considerar os vídeos antiéticos e sensacionalistas. De acordo com a sociedade, a atitude de Caren infringe vários artigos do regimento interno, como o compartilhamento de imagens de partes do corpo ou de pré ou pós-operatórios, mesmo com autorização expressa do paciente.

IG Saúde

Assembleia aprova projetos de leis que fortalecem rede de apoio às mulheres

Os deputados da Assembleia Legislativa do RN aprovaram dois projetos que fortalecem a rede de apoio às mulheres vítimas de violência doméstica. As matérias, de autoria das deputadas Eudiane Macedo (Republicanos) e Isolda Dantas (PT), foram aprovadas à unanimidade na manhã desta terça-feira (13), em sessão que ainda apreciou e aprovou outras matérias.

O primeiro projeto de lei, de autoria da deputada Eudiane Macedo, determina a fixação de cartaz informativo com o conteúdo da lei nº 10.171, de 21 de fevereiro de 2017, nas delegacias especializadas em defesa da mulher e nos demais órgãos públicos de atendimento às mulheres do RN.

“Essa lei existe para garantir a participação mínima de mulheres em situação de violência doméstica nas empresas que prestam serviço ao Governo do RN, mas deixa de ser posta em prática devido à falta de visibilidade, de conhecimento, principalmente pelas mulheres, de uma lei que é de 2017”, destacou a parlamentar. 

O segundo projeto de lei, apresentado pela deputada Isolda Dantas, dispõe sobre a prioridade de matrícula nos estabelecimentos de ensino da rede pública estadual para mulheres vítimas de violência doméstica e familiar. “Nosso objetivo é proteger as mulheres e as crianças na garantia de continuidade no ensino. As mulheres que sofrem violência e têm que se mudar e levar suas crianças para outro bairro ou outras cidades, precisam dessa prioridade. Este projeto é para aquela mulher que precisa ser transferida, para garantir que as crianças possam continuar estudando”, justificou.

Outros temas pautaram o trabalho das parlamentares. É o caso do projeto de lei apresentado pela deputada Eudiane Macedo e aprovado pela Casa, que institui a data de 28 de agosto, como o Dia Estadual do Voluntariado no calendário oficial do Estado, e dos outros dois projetos, de autoria da deputada Isolda Dantas, que declara patrimônio cultural de natureza imaterial os saberes, conhecimentos e práticas tradicionais de saúde popular e cura religiosa das benzedeiras.

“Tem o objetivo de preservar as práticas do nosso povo, tradições, conhecimentos e sabedoria popular. Tornar imaterial essa sabedoria do povo”, afirma. E, por último, o PL que dispõe sobre as medidas de apoio às comunidades tradicionais e povos de terreiro para o enfrentamento a surtos, epidemias, pandemias e endemias e seus impactos socioeconômicos no RN.

Comissão de Educação aprova projeto para eleição de Reitor e vice-Reitor da UERN

Em reunião realizada na tarde desta terça-feira (13) a Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia, Desenvolvimento Socioeconômico, Meio Ambiente e Turismo aprovou por unanimidade o Projeto de Lei 251/2020, de iniciativa do Governo do Estado, que dispõe sobre o processo de escolha e nomeação do Reitor e do vice-Reitor da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN).

Pelo Projeto, que foi relatado pela deputada Isolda Dantas (PT), os respectivos cargos serão nomeados pela governadora do Estado, para um mandato de quatro anos, após eleição direta uninominal, com voto secreto e paritário pelos corpos docente, discente, discente e técnico-administrativo da Universidade, conforme processo eleitoral conduzido pelo Conselho Universitário (Consuni), admitida a reeleição para um único mandato subsequente.

“Esse é um avanço na democracia. Os segmentos da Universidade vão poder escolher o Reitor e o vice-Reitor. Isso vai fortalecer a democracia dentro da UERN, o que fortalece a responsabilidade de professores, estudantes e técnicos na escolha dos seus dirigentes. A governadora está abrindo mão de uma prerrogativa de escolher numa lista tríplice”, comentou a deputada relatora e presidente da Comissão, deputada Isolda.

Das nove matérias discutidas e votadas pelos participantes da reunião, oito foram aprovadas e vão prosseguir em tramitação até apreciação final no Plenário da Assembleia Legislativa e uma foi baixada em diligência pelo relator da matéria para serem anexadas informações.
Também participaram da reunião os deputados Albert Dickson (PROS), Francisco do PT e Coronel Azevedo (PSC).

Líderes parlamentares debatem sobre segurança, fake news e obrigações da União com o Estado

No horário destinado às lideranças partidárias, na sessão desta terça-feira (13), na Assembleia Legislativa, o deputado Subtenente Eliabe (Solidariedade), fez um resumo do saldo negativo para a Polícia do Rio Grande do Norte nos últimos dias. Ele se referiu aos atentados de policiais registrados, inclusive com mortes, como o ocorrido em Mossoró, tendo como vítima o Cabo da PM, Marcolino.
 
“Na Polícia Militar desde 2011, o Cabo Marcolino sempre pautou sua conduta pela ética ao defender a vida da população”, afirmou o deputado, solidário à família do militar, que na quinta-feira (08) foi atingido com um tiro na cabeça após reagir a uma tentativa de assalto, foi internado em estado grave e não resistiu. O deputado também citou os casos do policial Cléverson Luís, morto no último dia 8, também vítima de um assalto. “Ele foi assassinado na frente de sua família”, lamentou o parlamentar.
“Essas ocorrências fogem à sua normalidade por se tratar de agentes de segurança”, disse o Subtenente Eliabe, chamando atenção da Secretaria de Segurança Pública do Estado. “Que sejam criados mecanismos de proteção a esses profissionais”, apelou o parlamentar.
 
O deputado Nelter Queiroz (MDB) fez um apelo também para o Governo do Estado, na intenção de evitar a apreensão de motocicletas ‘do povo simples’ da região Seridó. Ele afirmou que a fiscalização tem sido mais rígida na região, permitindo que os proprietários trafeguem sem problemas em outras regiões do Estado. Nelter se referiu às apreensões motivadas por atraso na documentação dos veículos.
 
“Se a moto for roubada ou usada em crimes, tem que ser apreendida”, disse o parlamentar, pedindo ajuda ao deputado Vivaldo Costa (PSD), seridoense como ele, para levar o caso à governadora Fátima Bezerra (PT). O parlamentar acusou a governadora de não estar sensível à população ‘pobre’ do Rio Grande do Norte.
 
Líder do Governo na Assembleia, o deputado Francisco do PT se pronunciou sobre o que identifica como ‘indústria de fake news’, que segundo o parlamentar, é operada a partir de Brasília, seguindo para estados e municípios. Ele ressaltou a denúncia contra a governadora Fátima Bezerra, de que ela teria ‘desviado’ mais de R$ 900 milhões dos recursos destinados pela União para a Covid, para pagar salários de servidores. “O próprio Tribunal de Contas do Estado mostrou que não é bem assim”, afirmou Francisco do PT, explicando as rubricas das contas do Estado e como o dinheiro pode ser utilizado.
 
O deputado Francisco do PT rebateu acusações feitas por colegas de plenário. Sobre os recursos utilizados para pagar respiradores que nunca foram entregues, explicou que o próprio Ministério Público entendeu não ter havido má fé, e disse que o caso foi encaminhado à Justiça. Sobre um contrato para compra de ambulâncias, questionado pela oposição, atestou que o processo foi arquivado pelo Tribunal de Contas. E sobre a compra de sacolas de lixo, concluiu que o Governo já se posicionou.
 
Membro da Comissão formada na Assembleia para acompanhar os gastos com a pandemia, o deputado Francisco do PT lamentou que a mesma não tem se reunido. “Desde o fim do ano passado a Comissão abriu mão de acompanhar”, disse o deputado, relatando os repasses da União, que incluem, além de recursos para a covid, as compensações financeiras e repasses constitucionais. “Não é favor de presidente da República cumprir com obrigações constitucionais”, disse.
 
O deputado Francisco do PT disse ainda que os criadores de informações falsas o fazem para evitar a comparação entre a gestão da governadora Fátima Bezerra e as gestões anteriores. “Hoje o Rio Grande do Norte é diferente de até 31 de dezembro de 2018, quando os funcionários trabalhavam e não sabiam se iriam receber os salários”. Francisco do PT citou as folhas deixadas em aberto, mesmo, segundo ele, o Governo anterior ter sido contemplado com repatriações e com o uso de Fundo Previdenciário para pagamento de salários.

Empresário que estava em jantar com Bolsonaro critica boicote a empresas

Cláudio Lottenberg, presidente do Conselho do Hospital Albert Einstein e da Conib (Confederação Israelita do Brasil)
Reprodução/Facebook
Cláudio Lottenberg, presidente do Conselho do Hospital Albert Einstein e da Conib (Confederação Israelita do Brasil)

Cláudio Lottenberg, presidente Conselho do Hospital Albert Einstein e da Confederação Israelita do Brasil (Conib), criticou os ataques e boicotes feitos a empresas que participaram do  jantar com o presidente Jair Bolsonaro na última quarta-feira (7).

Em entrevista à coluna Painel, da Folha de S. Paulo, Lottenberg disse que os ataques são “intolerância”. “Gostam de atacar, não compreendem o que é exercício da democracia e agem mais uma vez com intolerância”, afirma.

De acordo com ele, o jantar não representou “nenhum apoio político ao presidente nem ligação com os caminhos políticos dele”. Questionado sobre o motivo pelo qual os empresários aplaudiram Bolsonaro , ele disse que todos que falaram foram saudados da mesma forma e que “faz parte de uma cordialidade, de uma etiqueta quando se recebe um presidente da República, tratá-lo com denodo”.

Além de Lottenberg, participaram também do encontro nomes como Luiz Carlos Trabuco Cappi, do Bradesco, Rubens Ometto, da Cosan, André Esteves, do BTG Pactual, Alberto Saraiva, do Habib’s, e João Camargo, do grupo Alpha. Dentre os assuntos discutidos, estiveram as reformas e a vacinação .

“Eu quis, ou pelo menos tentei, sensibilizar o presidente quanto ao processo de vacinação. Espero que, se ele levar em consideração, vá participar de uma forma mais produtiva, buscar as vacinas que tanto precisamos”, diz Lottenberg.

IG Economia

‘Ajuda do governo federal foi fundamental para que o RN não sofresse um colapso’, diz secretário de tributação

Auditor Carlos Eduardo Xavier é anunciado secretário de Tributação do  governo Fátima Bezerra | Rio Grande do Norte | G1
Secretário Carlos Eduardo Xavier ao lado da governadora do RN / Foto da Internet

O secretário de Tributação do Rio Grande do Norte, Carlos Eduardo Xavier, admitiu que sem os recursos enviados pelo Governo Federal ao Rio Grande do Norte o Estado teria entrado em colapso financeiro durante a pandemia. Para o auxiliar da governadora Fátima Bezerra (PT), a ajuda do Governo Bolsonaro foi “fundamental”, inclusive, para manter o pagamento em dia dos salários dos servidores.

“Foi fundamental pra a gente atravessar esse momento, sem esses recursos a gente teria colapsado aqui no Estado, não teria condições financeiras de expandir a rede assistencial que a gente tem, a gente não teria condições de manter – esses recursos de livre uso que se chama – de manter os pagamentos dos servidores em dia, esses recursos foram fundamentais”, disse o secretário em entrevista ao Repórter 98 nesta segunda-feira (12).

O secretário também dividiu os méritos do envio desses recursos com o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia.

“Eu não tenho procuração pra fazer isso, mas a gente cabe a César o que é de César: o ex-presidente da Câmara, Rodrigo Maia, foi fundamental nesse processo e também no auxílio emergencial, que inicialmente era de R$ 200 e passou a R$ 600”, lembra.

GRANDE PONTO

Municípios do RN relatam frascos de CoronaVac com quantidade menor de doses

Produzida no Brasil pelo Instituto Butantan, CoronaVac em envasada com 10 doses por frasco, mas municípios relatam casos de produto com menos doses — Foto: Instituto Butantan/Divulgação
Produzida no Brasil pelo Instituto Butantan, CoronaVac em envasada com 10 doses por frasco, mas municípios relatam casos de produto com menos doses — Foto: Instituto Butantan/Divulgação

Pelo menos 633 doses da vacina CoronaVac deixaram se ser aplicadas em potiguares porque frascos do imunizante teriam apresentados menos doses que o informado na embalagem, segundo a Secretaria de Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap). Pelo menos 23 municípios relataram terem recebido frascos com 9 e não 10 doses, como informado na bula. Em nota, Instituto Butatan, que fabrica o imunizante no Brasil, atribuiu o problema a “prática incorreta na extração das doses nos serviços de vacinação”.

A Anvisa confirmou “um aumento de queixas técnicas relacionadas à redução de volume nas ampolas da vacina” e afirmou que os relatos estão sendo investigados com prioridade pela área de fiscalização.

A Secretaria Estadual de Saúde afirmou que vai repor as doses aos municípios por meio da reserva técnica, além de notificar o Ministério da Saúde sobre o problema.

“Os municípios relataram que, ao invés de 10 doses, estão vindo 9. Isso aconteceu também em outros estados, foram até mais que aqui, mas temos que repor, ou haverá uma defasagem na vacinação. Já fizemos um ofício sobre o assunto e vamos enviar hoje (terça, 13) ao Ministério da Saúde “, afirmou Kelly Maia, coordenadora de Vigilância em Saúde.

Parnamirim, na região metropolitana de Natal, foi uma das que registrou o problema e notificou a Sesap. “O que tem ocorrido é que alguns frascos de vacina contém menos doses do que o estabelecido, como, por exemplo, frascos da vacina Coronavac/Butantan, que tem indicação de dez doses e alguns estão vindo com nove doses, e a dose que falta gera uma incidência, que imediatamente é informada à Secretaria de Estado da Saúde Pública”, informou em nota sobre perdas de vacinas.

Os municípios que notificaram casos do tipo à Sesap foram:

  • Jaçanã
  • São Gonçalo do Amarante
  • Mossoró
  • Parnamirim
  • Felipe Guerra
  • Natal
  • Monte Alegre
  • São Paulo do Potengi
  • Serra Negra do Norte
  • Ceara Mirim
  • Caiçara do Norte
  • Santo Antônio
  • Encanto
  • Serra do Mel
  • Afonso Bezerra
  • Tabuleiro Grande
  • Currais Novos
  • Caicó
  • Assu
  • Felipe Guerra
  • São José do Mipibu
  • Água Nova
  • Goianinha

Casos também aconteceram em estados como Paraná, na BahiaGoiás e Tocantins, entre outros.

A Anvisa considerou que os eventos são considerados “de baixo risco”, por não haver risco de óbito, de causar agravo permanente e nem temporário. “No entanto, todas as hipóteses estão sendo avaliadas para que se verifique a origem do problema e não haja prejuízos à vacinação em curso no país”, disse.

Procurado pelo G1, o Instituto Butantan afirmou que cada frasco da vacina contra o novo coronavírus contém nominalmente 10 doses de 0,5 ml cada, totalizando 5 ml, e adicionalmente ainda é envasado conteúdo extra, chegando a 5,7 ml por ampola. De acordo com o instituto, o volume aprovado pela Anvisa seria suficiente para a extração das dez doses.

“Todas as notificações recebidas pelo instituto até o momento relatando suposto rendimento menor das ampolas foram devidamente investigadas, e identificou-se, em todos os casos, prática incorreta na extração das doses nos serviços de vacinação. Portanto, não se trata de falha nos processos de produção ou liberação dos lotes pelo Butantan”.

De acordo com o instituto, todas as investigações foram feitas e todos os controles realizados nos lotes liberados foram avaliados. “A conclusão encontrada, e já dividida com a Vigilância Sanitária, é que não se trata de falha nos processos de produção ou liberação dos lotes por parte do Instituto Butantan. Na verdade, trata-se de uma prática incorreta no momento do uso das doses”, reforçou.

O Butantan ainda informou que seringas de volumes superiores (ex: 3ml, 5ml), podem gerar dificuldades técnicas para visualizar o volume aspirado. Outro fator decisivo é a posição correta do frasco e da seringa no momento da aspiração. O instituto informou que “irá revisar a bula da vacina Coronavac, no intuito de promover de forma ainda mais clara as informações relacionadas à forma correta de se realizar a aspiração das doses, adicionando inclusive um QR Code que irá direcionar para um vídeo demonstrativo do procedimento”.

G1RN

omba solicita esclarecimento ao Governo do RN sobre recursos enviados pela União

O deputado estadual Tomba Faria (PSDB) solicitou esclarecimentos por parte do Governo do Estado em relação aos gastos públicos. Em pronunciamento na manhã desta terça-feira (13), o deputado elencou uma série de eventos, fez questionamentos relativos à condução de alguns processos e questionou também a forma que recursos enviados pela União foram utilizados.

“O que eu vejo é que está virando um verdadeiro festival de dispensa de licitações. Foi assim com a compra de respiradores pelo Consórcio Nordeste, depois veio a conta dos respiradores usados, que nunca foram aproveitados, em seguida o contrato das ambulâncias, a compra de sacos de lixo no valor de R$ 1,3 milhão”, elencou Tomba em sua fala.

Tomba continuou: “Ficamos aguardando o governo se pronunciar, mas aí o Ministério Público entrou com ação contra o governo e agora temos essa discussão em torno dos R$ 900 milhões que o secretário veio dizer que é legal e poderia ser usado no que quisesse”.

O deputado classificou a forma que o dinheiro foi utilizado de como imoral. “É imoral que esse valor, que veio para resolver o problema da pandemia, tenha sido usado para conclusão de folha de pagamento de pessoal. O governo precisa se explicar sobre isso; é falta de respeito com o dinheiro público”, finalizou.

Entenda
O tema foi debatido durante o final de semana, depois que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) comentou que o Governo do RN teria utilizado o montante destinado ao combate à Covid-19 para pagamento dos servidores. A fala surgiu depois que o presidente comentou a necessidade de incluir governos e prefeituras na CPI da Covid. A governadora do RN, Fátima Bezerra (PT) rebateu as acusações afirmando que a informação é falsa.

CCJ aprova matéria que obriga uso de máscara em transporte interurbano no Estado

Os usuários dos transportes intermunicipais no Estado serão obrigados ao uso de máscara, em razão da pandemia da Covid-19, se o projeto de autoria do
deputado Vivaldo Costa (PSD), aprovado pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), em reunião realizada esta manhã (13), pelo Sistema de Deliberação Remota (SDR) da Assembleia Legislativa, se transformar em Lei.

Relatado pelo deputado Galeno Torquato (PSD) o Projeto registra que fica obrigada a utilização de máscaras pelos usuários dos veículos que realizam transporte intermunicipal no Rio Grande do Norte, podendo elas ser descartáveis ou de tecido, conforme orientação do Ministério da Saúde.

“A presente proposição traz uma medida bastante simples, que tem por objetivo combater a disseminação da pandemia do coronavírus, no Estado. O novo coronavírus ocupou os noticiários por todo o mundo e pelo grande estrago que fez na primeira cidade onde foi detectado, em Wuhan, na China. O que parecia distante da realidade do Brasil, em especial do Rio Grande do Norte, tornou-se o centro das atenções e das precauções em caráter excepcional e emergencial, já que o vírus tem se alastrado de maneira completamente imprevista em várias nações”, justifica o parlamentar autor do Projeto.

Os integrantes da Comissão de Constituição, Justiça e Redação que participaram da reunião, Kleber Rodrigues (PL), Galeno Torquato, Isolda Dantas (PT), subtenente Eliabe (SDD), e Raimundo Fernandes (PSDB) discutiram e deliberaram mais outras 15 matérias que constavam na pauta. Dessas, duas foram baixadas em diligência, uma foi enviada para arquivamento, uma foi considerada inconstitucional e 11 foram aprovadas e vão seguir tramitação.

‘Nunca mais falo com ele, a relação com Bolsonaro está rompida’, diz Kajuru

Kajuru falou à Jovem Pan na noite desta segunda-feira, 12 / Geraldo Magela/Agência Senado

Entrevista dada a Jovem Pan

Na esteira da decisão do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), instalasse a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19, para apurar supostas omissões do governo federal no combate à pandemia do novo coronavírus, o senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) divulgou uma conversa telefônica com o presidente Jair Bolsonaro sobre a ampliação do escopo da comissão, a fim de que a gestão de prefeitos e governadores também seja incluídos no rol de investigados. O diálogo caiu como uma bomba em Brasília e gerou repercussão imediata de representantes dos três Poderes.

Na manhã desta segunda-feira, 12, Bolsonaro criticou a divulgação da conversa, que, segundo ele, só poderia ocorrer com autorização judicial. Como a Jovem Pan mostrou, o filho do presidente, senador Flávio Bolsonaro, decidiu representar contra Kajuru no Conselho de Ética, por quebra de decoro parlamentar. Em paralelo, o senador Eduardo Girão (Podemos-CE) anunciou que conseguiu as assinaturas necessárias para a criação de uma CPI para investigar Estados e municípios – Pacheco fará uma consulta à Secretaria-Geral da Mesa Diretora sobre a legalidade deste pedido, uma vez que o regimento interno do Senado prevê que não serão admitidas comissões parlamentares de inquérito sobre fatos inerentes a Estados. Em entrevista à Jovem Pan, Kajuru falou sobre a repercussão da conversa e disparou: “Nunca mais falo com ele [Jair Bolsonaro]. Está rompida a relação. A relação que era boa, cordial e respeitosa, acabou. Eu não guardo rancor. Não serei contra o governo dele, porque ser contra ele é ser contra o Brasil. Mas a relação está rompida”. O parlamentar também explica que ligou ao presidente para “defender a minha honra e a de meus colegas senadores, desrespeitados por ele [Bolsonaro] e chamados de canalhada”. Confira abaixo os principais trechos da entrevista:

Por que o senhor resolveu telefonar ao presidente? Para defender a minha honra e a honra dos meus colegas senadores, desrespeitados por ele, colocados na mesma vala, chamados de canalhada. Eu liguei para ele, pedi para que ele avisasse, em uma futura entrevista, que eu havia ligado. Liguei porque estava levando porrada de bolsonaristas, da turma dele, como se eu tivesse sido contra incluir governadores e prefeitos na CPI. Eu sempre defendi que a CPI deveria ser ampliada. Ela tinha que começar pelo governo federal, mas não podia ser só o governo federal. No final da conversa, ele me prometeu que daria uma entrevista dizendo que o Kajuru queria uma CPI completa e ampliada.

O senhor deixou claro que divulgaria a conversa? Sim. Às 12h40 do domingo avisei, 20 minutos antes de [a conversa] ir ao ar. Ele me disse que não tinha nada para esconder de ninguém. Ele ainda me deu os parabéns porque o avisei que Girão estava conseguido as assinaturas para o requerimento de inclusão de Estados e municípios, e também porque avisei que o senador Alessandro Vieira havia apresentado um termo de aditamento com pedido semelhante.

Mas hoje de manhã o presidente criticou o senhor… No momento claquete, com aquele pessoal que fala “mito”, que fala “eu te amo”, ele resolveu me culpar porque alguém chamou sua atenção. Se ele tivesse ficado puto comigo, poderia muito bem ter dado uma entrevista em algum momento do domingo, porque a imprensa está na porta do Palácio o dia todo. Ele poderia ter falado. Só falou às 10h de hoje porque alguém chamou sua atenção e disse “culpe o Kajuru”. Só que eles está esquecendo que o Kajuru é preparado, tem 40 anos de imprensa, de jornalista. Eu gravo tudo, ofereço à Justiça o que ela quiser e precisar.

Como o senhor avalia o pedido de CPI feito pelo senador Eduardo Girão? Incluir Estados e 5.570 municípios em uma CPI que também irá apurar as ações da União não torna a comissão contraproducente? Se fizermos as duas CPIs juntas, por 90 dias, você beneficia o governo, porque tira ele do foco. O prazo de 90 dias passa rapidamente. Elas têm que ser feitas ao mesmo tempo, mas de forma separada, com procedimentos separados.

O regimento interno do Senado deixa claro, no artigo 146, que não serão admitidas CPIs que tratem sobre assuntos inerentes a Estados, por exemplo. Insistir no pedido do senador Girão não é um contrassenso? Eu penso totalmente diferente. Ela pode, sim, ser feita. Mas, para ser apensada, colocar tudo junto, temos que aumentar para 180 dias o prazo, porque CPI não ocorre todo dia. O senador tem que viajar, ir para as suas bases, já pensam em 2022. Se a CPI pudesse ser feita de segunda a sexta, com a concordância dos 18 integrantes, tudo bem. Mas como isso é sonho, que sejam separadas. Se colocar tudo junto, você beneficia o governo federal, tira ele do foco principal. Ele é o primeiro plano. Os governadores e prefeitos têm que ser investigados, senão a CPI será revanchista.

Mas como conduzir uma CPI, que tem a pretensão de ouvir diversas especialistas, parlamentares, ministros de Estado, neste momento da pandemia? Um eventual convocado pode alegar questões sanitárias para evitar o deslocamento até Brasília… Façamos remotamente. Oitivas remotas. A análise de documento pode ser feita presencialmente. Documento não passa Covid-19 para ninguém, não é? A CPI pode ser realizada. Ela não instalada anteriormente por conta da decisão do presidente Rodrigo Pacheco, que agora obedeceu a lei.

O senhor foi atacado por apoiadores e criticado pelo próprio presidente. Se arrepende de ter feito a ligação? Jamais. Em nenhum momento me arrependo. Eu tenho 40 anos de profissão. Meus amigos me apoiam abertamente. Um homem pode ser qualificado pela escolha de amigos e inimigos. Os amigos estão do meu lado.

Mesmo afirmando que não se arrepende, o senhor pretende dar algum outro conselho ao presidente? Nunca mais falo com ele, está rompida a relação. A relação que era boa, cordial e respeitosa, acabou. Eu não guardo rancor. Não serei contra o governo dele, porque ser contra ele é ser contra o Brasil. Mas a relação está rompida.

O senador Flávio Bolsonaro apresentou uma representação contra o senhor no Conselho de Ética. O que pensa sobre isso? Eu morri de rir.  Quem tem que ir ao Conselho de ética é ele. Eu nunca fui denunciado por crime nenhum. Ele tem que ter coragem de aceitar ir ao Conselho de Ética para explicar a denúncia contra ele. Nunca fui denunciado por corrupção, fui processado por opiniões políticas, por dirigentes de futebol e por criticar pessoas da televisão. Contra a minha honra nunca tive nada. Eu o convidei para ir junto comigo ao Conselho. [Espero] Que ele tenha coragem de ir se explicar sobre o que é denunciado.

Triste: 86 profissionais da saúde morreram de Covid-19 no RN desde o início da pandemia

Profissionais da saúde trabalhando no Hospital de Campanha de Natal — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi
Profissionais da saúde trabalhando no Hospital de Campanha de Natal — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi

O médico João Joaquim Cavalcante Neto, de 61 anos, conhecido como Doutor João, trabalhava em Natal como pediatra nas UPAs do Potengi e de Cidade da Esperança, além do Hospital dos Pescadores e da UBS de Mãe Luiza durante pandemia da Covid-19. No início de março deste ano, ele contraiu o vírus e não resistiu à doença, morrendo no dia 29 – após 19 dias de internação no Hospital de Campanha.

A família do médico ainda viveu o drama de ver a filha dele, a estudante de medicina Emilly Cavalcante Belarmino, de 25 anos, morrer dois dias depois do pai, também vítima da doença.

Em janeiro deste ano, a enfermeira mossoroense Suely Gurgel, de 40 anos, também perdeu a vida depois de quase dois meses internada lutando contra a Covid-19. Ela morreu sem saber da morte da mãe, um mês antes.

Doutor João e Suely estão entre os casos recentes do total de86 profissionais de saúde que morreram de Covid-19 em todo o Rio Grande do Norte desde o início da pandemia. Os dados constam em um relatório do Centro Estadual de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest/RN) e foram repassados pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) ao G1.

Doutor João, médico, e a filha: os dois morreram vítimas da Covid-19  — Foto: Arquivo da família
Doutor João, médico, e a filha: os dois morreram vítimas da Covid-19 — Foto: Arquivo da família

Segundo a pasta, ainda há 12 óbitos de profissionais da saúde sendo investigados, para saber se ocorreram por Covid-19. Os dados são referentes até o dia 4 de abril. Seis profissionais estão internados no momento.

Em relação aos casos de Covid-19, o Rio Grande do Norte registrou, ao todo, 9.816 casos confirmados da doença em profissionais de saúde, o que corresponde a uma parcela de 4,9% de todos os casos registrados no estado. Além disso, há 1.586 casos que seguem como suspeitos, além de 7.902 inconclusivos.

Segundo o relatório do Cerest, houve um aumento de casos confirmados em meados de junho de 2020, “o que permite afirmar, que neste período houve uma intensa campanha para testagem dessas categorias, utilizando os testes rápidos”.

O pico de contaminação entre os profissionais da saúde foi no início do mês de julho. O relatório do Cerest diz que esse momento acompanhou “o pico da Covid-19 na população em geral, sendo assim, a causa, a maior aglomeração nas unidades de saúde, e por consequência, maior número de profissionais da saúde contaminados”.

G1RN

STF: Ação sobre impeachment de Moraes tem Kassio como relator

Conheça opiniões de Kassio Nunes, cotado por Bolsonaro para o STF | Poder360
Foto da Internet

O ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal, foi sorteado o relator de um mandado de segurança apresentado pelo senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) para obrigar o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), a abrir um processo de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, também do STF.

A ação foi protocolada nesta segunda (12), na esteira da divulgação de conversa entre o parlamentar e o presidente Jair Bolsonaro, que defende o andamento de processos de afastamento contra integrantes do tribunal.

Ao Supremo, Kajuru alega que Pacheco tem sido ‘omisso’ ao adiar a abertura de um processo de impeachment de Moraes. O pedido foi apresentado pelo senador após o ministro determinar a prisão em flagrante do deputado Daniel Silveira (PSL-RJ), detido em fevereiro após divulgar vídeos com críticas aos ministros do STF. Para Kajuru, a medida foi uma ‘agressão à liberdade de expressão e de imprensa’ e violou a imunidade parlamentar.

Apesar de requerer que o mandado de segurança fosse direcionado ao ministro Luís Roberto Barroso, que mandou o Senado abrir uma CPI contra o governo na última quinta. Para o senador, como o ministro ordenou a Pacheco que abrisse uma comissão, Barroso também deveria mandar o presidente do Senado instaurar o processo de impeachment de Moraes. “Pau que dá em Chico também dá em Francisco”, anotou Kajuru.

A ação, porém, foi sorteada a Kassio Nunes Marques que deverá avaliar, neste momento, se dá prosseguimento ou não ao pedido e se profere uma liminar sobre o caso.

O Senado tem hoje dez pedidos de investigação contra ministros do Supremo. A decisão de colocá-los em pauta é do presidente da Casa Legislativa. Somente contra o ministro Alexandre de Moraes são seis pedidos. Além dele, também há requerimentos para investigar os ministros Gilmar Mendes, Edson Fachin e Cármen Lúcia por decisões que tomaram na Corte. Nunca na história, o Senado abriu processo de cassação contra ministros do STF. Todos acabam sendo arquivados.


Estadão

Absurdo: Homem que trabalhava em obra na BR-405 morre atropelado por van no RN

Van atropela operário que trabalhava em obra na BR-405, na região Oeste do RN — Foto: Reprodução
Van atropela operário que trabalhava em obra na BR-405, na região Oeste do RN — Foto: Reprodução

Um homem de 37 anos morreu atropelado enquanto trabalhava na obra de recuperação da BR-405, entre Mossoró e Apodi, na região Oeste do Rio Grande do Norte. Raniere Bruno de Melo Oliveira estava exercendo a função de ajudante no sistema de “pare e siga”, quando um veículo teria desobedecido a sinalização e atingido o operário, que faleceu ainda no local.

Segundo informações de testemunhas, o veículo era uma van com placas da cidade de Portalegre e o condutor teria fugido sem prestar socorro. A Construtora Luiz Costa, responsável pela obra, lamentou o ocorrido e se solidarizou com os familiares do operário.

Vacinação Contra a Influenza começou nesta segunda, dia 12

(Foto: publicação)  da Internet

A primeira etapa da 23ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza teve início em Mossoró nesta segunda-feira (12) e se estende até o dia 11 de abril. O município recebeu 15% das doses necessárias, ou 5.390 doses.O público alvo é composto por crianças de 6 meses a menores de 6 anos (5 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, puérperas até 45 dias após o parto, assim como os trabalhadores da Saúde. O público total em Mossoró que deverá ser vacinado ao longo desta e das demais etapas da campanha da Influenza chega a 35.991 pessoas. 

A importância também se dá pelo fato de que a vacina pode evitar complicações que levariam as pessoas aos hospitais da cidade. “Neste momento em que estamos com os leitos ocupados, hospitais lotados com pacientes da Covid-19, é fundamental tomar a vacina da Influenza para que ninguém precise de internação futura ou de buscar atendimento em unidades de saúde“, explica a secretária municipal de Saúde, Morgana Dantas.
Idosos  

Os idosos estão agora sendo vacinados contra a Covid-19. Eles precisam primeiro concluir esta vacinação. “Os idosos acima de 60 anos ficarão ainda sendo vacinados com a primeira e segunda dose da Covid-19. Depois passaremos de fase e os idosos serão incluídos na campanha contra a influenza. Ela também é muito importante“. 

A ideia é evitar comprometer as campanhas atuais de vacinação que atendem demandas diferentes: “Não queremos comprometer a vacinação e nem queremos que os idosos se confundam com as vacinas”, disse a secretária de Saúde.

Blog da Chris

Decisão liminar sobre eleições na UERN: ou todos têm direito a voto ou suspende o pleito

UERN tem quatro cursos com conceito máximo no Enade | Rio Grande do Norte |  G1
Foto da Internet

A juíza Adriana Santiago Bezerra, da 3ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Mossoró, determinou, nesta segunda-feira , 12, que a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) habilite, na plataforma virtual, todos os eleitores aptos a votar na eleição para escolha de Reitor e Vice, marcada para acontecer na próxima quarta-feira, 14.

Ou seja, a eleição só poderá ocorrer depois da realização do cadastro de todo quadro de professores, técnicos administrativos e alunos.

O Mandado de Segurança foi impetrado pela chapa formada pelos professores Francisco Paulo da Silva e Kelânia Freire Martins, candidatos a reitor e vice-reitor, respectivamente.

Abaixo, o dispositivo da sentença:

Assim sendo, presentes os requisitos legais, DEFIRO o pedido de tutela provisória de urgência formulado pelos autores, a fim de suspender liminarmente a exigência contida no art. 6º, §4º, da Instrução Normativa nº 001/2021-CE/UERN, vez que impõe restrição em desacordo com a Resolução nº 014/2020- COSUNI e, via de consequência, determino que a(s) autoridade(s) impetrada(s) assegure(m) o direito de voto, na consulta para formação da lista tríplice para reitor e Vice-Reitor da UERN, prevista para o dia 14/04/2021, a todos os eleitores cujos nomes estiverem incluídos em lista publicada no Jouern, nos termos do art. 66, da Resolução nº 014/2020-COSUNI, sendo que, na impossibilidade técnica de cumprimento, proceda com a suspensão do pleito até habilitação na plataforma virtual de todos os eleitores aptos a votar”.

Blog da Chris