74 escolas em áreas pobres do Ceará têm notas no Ideb acima da média da rede estadual; conheça algumas experiências

Escola de Educação Profissional Alan Pinho Tabosa, no interior do Ceará, teve nota 5,6 no Ideb 2019, cerca de 1,1 ponto acima da média estadual.  — Foto: José Leomar/SVM
Escola de Educação Profissional Alan Pinho Tabosa, no interior do Ceará, teve nota 5,6 no Ideb 2019, cerca de 1,1 ponto acima da média estadual. — Foto: José Leomar/SVM

Ter um bom desempenho, apesar das adversidades dos contextos sociais. Essa é a realidade de inúmeras escolas públicas do Ceará com alunos cujos níveis socioeconômicos são ‘muito baixo’ ou ‘baixo’, conforme classificação do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Em 2019, 224 escolas públicas tiveram nota no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) igual ou acima de 4,5, meta estabelecida para o Ensino Médio da rede estadual. Destas, 74 são escolas pobres.

O resultado, avaliam profissionais da educação, reflete um processo de evolução da equidade no sistema educacional público no Ceará. Essa melhoria, explicam, dentre outros fatores se deve ao aumento do número de escolas integrais em áreas vulneráveis do Estado, como pequenas cidades do interior, e à ações pedagógicas que garantem chances mais equilibradas aos estudantes de diferentes condições sociais.

O levantamento sobre a quantidade de escola públicas de níveis socioeconômicos baixos com desempenho acima da meta foi feito pelo Instituto Sonho Grande, com base nos resultados do Ideb, e disponibilizado ao G1. Das 74 escolas, 55 são regulares e 19 de tempo integral. Do total, 51 delas são classificadas como de nível socioeconômico “muito baixo” e 23 “baixo”.

A análise considera o indicador criado pelo Inep que classifica os níveis socioeconômicos dos estudantes brasileiros em uma escala que vai de “mais baixo nível” a “alto nível”. Este índice engloba, dentre outras dimensões, a renda familiar, a posse de bens, a contratação de serviços de empregados domésticos pela família dos estudantes e o nível de escolaridade dos pais ou responsáveis.

Ter um bom desempenho, apesar das adversidades dos contextos sociais. Essa é a realidade de inúmeras escolas públicas do Ceará com alunos cujos níveis socioeconômicos são ‘muito baixo’ ou ‘baixo’, conforme classificação do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Em 2019, 224 escolas públicas tiveram nota no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) igual ou acima de 4,5, meta estabelecida para o Ensino Médio da rede estadual. Destas, 74 são escolas pobres.

O resultado, avaliam profissionais da educação, reflete um processo de evolução da equidade no sistema educacional público no Ceará. Essa melhoria, explicam, dentre outros fatores se deve ao aumento do número de escolas integrais em áreas vulneráveis do Estado, como pequenas cidades do interior, e à ações pedagógicas que garantem chances mais equilibradas aos estudantes de diferentes condições sociais.

O levantamento sobre a quantidade de escola públicas de níveis socioeconômicos baixos com desempenho acima da meta foi feito pelo Instituto Sonho Grande, com base nos resultados do Ideb, e disponibilizado ao G1. Das 74 escolas, 55 são regulares e 19 de tempo integral. Do total, 51 delas são classificadas como de nível socioeconômico “muito baixo” e 23 “baixo”.

A análise considera o indicador criado pelo Inep que classifica os níveis socioeconômicos dos estudantes brasileiros em uma escala que vai de “mais baixo nível” a “alto nível”. Este índice engloba, dentre outras dimensões, a renda familiar, a posse de bens, a contratação de serviços de empregados domésticos pela família dos estudantes e o nível de escolaridade dos pais ou responsáveis.

G1CE

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