Archive for setembro 12th, 2021

Prefeitura de Natal abre propostas de empresas interessadas nas obras do Complexo Turístico da Redinha nesta segunda (13)

Projeto de como deverá ficar o Mercado da Redinha e o entorno, na Zona Norte de Natal — Foto: Prefeitura de Natal
Projeto de como deverá ficar o Mercado da Redinha e o entorno, na Zona Norte de Natal — Foto: Prefeitura de Natal

A prefeitura de Natal deve abrir, nesta segunda-feira (13), as propostas de empresas de todo o Brasil interessadas nos lotes de serviços para o Complexo Turístico da Redinha, na Zona Norte de Natal.

Segundo o município, a obra do complexo deverá englobar a reformulação completa do Mercado da Redinha, a criação de novos acessos ao local, abertura de nova rua ligando a ponte Newton Navarro ao mercado; construção de um deck para passeio, recuperação do quebra-mar e instalação de nova iluminação na área.

“Além disso, iremos promover novos 29 boxes e seis restaurantes na obra final do Complexo Turístico”, ressaltou o secretário Municipal de Obras Públicas, Carlson Gomes.

De acordo com o prefeito Álvaro Dias, a administração municipal planeja iniciar as obras o mais rápido possível, após sair o resultado das empresas vencedoras. A obra foi orçada em R$ 25 milhões, com recursos do Ministério do Turismo e do município.

“Pretendemos iniciar os serviços já nos próximos 40 dias e transformar, de vez, aquele setor de nossa cidade, dando pujança econômica para todo o segmento turístico que trabalhará no complexo e no seu entorno”, declarou.

As obras têm previsão de conclusão para 18 meses. “Se tudo correr bem na segunda e iniciarmos os lotes, temos uma estimativa de finalizar tudo dentro desse prazo. Mas acredito que pode sair até antes disso”, disse Carlson Gomes.

G1RN

Manifestação ‘Fora Bolsonaro’ na avenida Paulista é um verdadeiro fiasco em presença de público

Fotos: reprodução/Instagram: @janainacpaschoal

Sob o mote “Fora Bolsonaro” manifestações organizadas pelo MBL acontecem em algumas capitais do país neste domingo (12). Na avenida Paulista, local que constuma servir como referência para comparar a dimensão dos protestos, os manifestantes começaram a se concentrar nas imediações do Museu de Arte de São Paulo (Masp) ainda no fim da manhã.

Às 14h10, minutos após o horário previsto para o início da manifestação, este era o cenário na avenida Paulista. Os manifestantes se dividiam em pequenos grupos, bastante dispersos, portando bandeiras e faixas contrárias ao governo, nas imediações do Masp e do prédio da Fiesp.

As imagens foram divulgadas pela deputada estadual de São Paulo Janaina Paschoal em seu perfil no Instagram. Na publicação, a parlamentar escreve: “Vamos ver que números serão divulgados!”

BG

Com baixa adesão, manifestantes pedem impeachment de Bolsonaro no DF

Foto: Arthur Menescal/Especial Metrópoles

Manifestantes contrários ao governo federal se reúnem neste domingo (12/9) na Esplanada dos Ministérios e cobram o impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Até às 14h45, o movimento ainda tinha baixa adesão de participantes.

O ato é iniciativa do Movimento Brasil Livre (MBL), mas também une partidos de esquerda. “Nem Bolsonaro, Nem Lula”, que seria o mote inicial, foi substituído por “Fora Bolsonaro” na tentativa de ampliar o público da manifestação.

Os participantes vieram vestidos de branco, trazendo cartazes com dizeres contra o atual presidente da República. Um carro de som também compôs o movimento, tocando Jingles de oposição a Bolsonaro.

Metrópoles/BG

Rodrigo Pacheco: ‘Carta à Nação é uma sinalização positiva’

Foto da Internet

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse neste domingo (12) que viu a ‘Declaração à Nação’, assinada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), e elaborada pelo ex-presidente Michel Temer (MDB), como uma “sinalização muito positiva”. “Guardo expectativa e confiança de que ela se perpetue como uma tônica das relações entre os Poderes a partir de agora, porque isso é fundamental ao país”, afirmou.

A declaração foi feita durante homenagem a Juscelino Kubistchek no Memorial JK, em Brasília. Após convocar população para as ruas no último dia 7, e discursar afirmando que não iria mais cumprir decisão judicial do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, Bolsonaro se viu em meio a discussões sobre crime de responsabilidade e até pedidos de impeachment. Partidos de centro começaram a debater o assunto no Congresso.

A tensão entre os Poderes ficou ainda pior, com declarações dos presidentes do STF, Luiz Fux, do Senado e da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Bolsonaro, então, teve que recuar, e quem veio em seu socorro foi o ex-presidente Temer, responsável pela indicação de Moraes ao STF. Na ‘Declaração à Nação’, Bolsonaro disse que nunca teve intenção de agredir os outros poderes e que sua palavras, “por vezes contundentes, decorreram do calor do momento”.

“O conteúdo da carta vai ao encontro do que pensamos do Brasil, que Poderes se respeitem e da lógica de cumprimento da Constituição, de observância ao bem comum. A vida do país passa por momento de crise, na iminência de inflação, fome, miséria, crise energética, crise hídrica que recomendam que se coloque à mesa qual o planejamento que temos para enfrentar esses problemas. Acredito na união nacional no que interessa ao povo brasileiro”, disse Pacheco neste domingo, ao lado do governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB)

Sobre as manifestações da última semana e deste domingo, o presidente do Senado afirmou que “todas são bem-vindas e precisam ser respeitadas”.

R7 / BG

Em uma semana, no Brasil, número de mortes por covid cai 9%; casos caem 13%

Foto da Internet

O número de mortes causadas pela covid-19 caiu 9% na Semana Epidemiológica 35, que vai de 29 de agosto a 4 de setembro, em comparação com a semana anterior. As informações estão no mais recente Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde sobre a covid-19 e foram analisadas pelo Diário do Poder.

Nessa Semana Epidemiológica, autoridades de saúde registraram que 4.352 pessoas não resistiram à covid-19, enquanto o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde na semana anterior trouxe 4.801 óbitos.

O resultado representa uma continuidade da queda da curva de mortes. A média móvel diária de mortes ficou em 686.

O número de novos casos de covid-19 confirmados por autoridades de saúde teve queda de 13% na semana do levantamento. Nesse período, foram registrados 149.259 novos diagnósticos confirmados, contra 172.118 na semana anterior. A média móvel de casos (total no período divido por sete dias) ficou em 21.323.

O resultado da SE 35 marca a continuidade da trajetória de redução da curva de casos. A diminuição dos novos diagnósticos positivos de covid-19 foi iniciada em março, com um revés na SE 13.

BG

Extrema pobreza cresce 29% no RN; número chega a 600 mil pessoas

Foto copiada do BG

Cerca de 600 mil pessoas vivem em extrema pobreza no Rio Grande do Norte, isto é, 17% da população do Estado, de acordo com um estudo do economista Daniel Duque, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Entre o primeiro trimestre de 2019 e janeiro de 2021, o índice da extrema pobreza passou de 13,1% para 17%, um crescimento de 3,9 pontos percentuais, o que significa um aumento de 29,7%. Foi o 6º maior crescimento entre os estados do Brasil, atrás de estados como Roraima (8,7 pontos percentuais); Ceará (4,4 pontos percentuais); e Pernambuco (4,4 pontos percentuais). A pesquisa da FGV traduz em números uma percepção cada vez mais presente nos centros urbanos do RN: pessoas pedindo dinheiro e comida em sinais de trânsito, ruas e supermercados.

Em relação à pobreza, o Rio Grande do Norte chegou a 40,7% da população (o que já inclui os 17% em extrema pobreza). Nesse caso, o Estado teve o 4º maior crescimento entre os estados do Nordeste, atrás apenas de Sergipe; Paraíba; e Pernambuco. O avanço da miséria e da fome foi flagrante em todo o país, uma vez que 24 das 27 unidades federativas registraram aumento da taxa da população considerada pobre ou muito pobre.

Tribuna do Norte /BG

“Bolsonaro fez um recuo tático, ele deve novamente aumentar a retórica política ao longo desse próximo ano. Faz parte do DNA dele”. diz cientista político

Bolsonaro apela a caminhoneiros para que não parem o país - Prisma - R7 R7  Planalto
Bolsonaro e seus seguidores no dia 07 de setembro / Foto da Internet

Em entrevista à CNN, o cientista político e diretor da agência Eurasia Group Christopher Garman afirmou que a carta do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) foi um “recuo tático”. Na declaração, ele diz que não tinha “nenhuma intenção de agredir quaisquer dos Poderes”.

Segundo o especialista, o chefe do Executivo tomou essa ação “vendo que nesse escalonamento ele poderia ser o maio prejudicado desse processo”.

Bolsonaro fez a declaração após a repercussão das manifestações de 7 de setembro, que, de acordo com Garman, foi “dramática”. Nelas, ele chegou a dizer que não cumpriria mais determinações do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

No dia seguinte, o presidente do STF, ministro Luiz Fux, declarou que qualquer chefe de Poder que descumprir decisões judiciais estará cometendo um crime de responsabilidade.

“Trégua temporária”

O cientista político também ressaltou que o comportamento próximo do conflito do presidente da República não deve mudar, mesmo com a carta. Essa é uma trégua temporária”, disse.

“Ele deve novamente aumentar a retórica política ao longo desse próximo ano. Faz parte do DNA dele, foi como ele foi eleito e é uma demanda da sua base.”

CNN

Movimentos de oposição organizam protestos contra Bolsonaro em várias capitais

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Divergências sobre o passado e interesses conflitantes em relação às eleições de 2022 são desafios para a oposição ampliar as forças pelo impeachment / Facebook/CNN

Parte da oposição vai às ruas neste domingo (12) para protestar contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Atos com o mote “Fora Bolsonaro” estão marcados para acontecer em 19 capitais do país ao longo do dia.

As manifestações são organizadas pelo Movimento Brasil Livre (MBL) e pelos grupos Vem Pra Rua e Livres. A articulação atraiu o apoio de políticos de direita, de centro e de esquerda, mas ainda mostra uma oposição dividida.

O PT e outras legendas de esquerda não aderiram aos protestos deste domingo e organizam outras manifestações contra o governo. A direção do PT já anunciou um ato contra Bolsonaro para 2 de outubro.

A manifestação prevista para este domingo na avenida Paulista, em São Paulo, deve reunir políticos de diferentes espectros. O MBL divulgou a presença do ex-ministro Ciro Gomes, candidato a presidente pelo PDT em 2018, e do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM), que deixou o governo nos primeiros meses da pandemia do coronavírus.

Além de líderes do grupo, como o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP), devem participar o vice-presidente da Câmara dos Deputados, Marcelo Ramos (PL-AM), os senadores Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Simone Tebet (MDB-MS), os deputados federais Alessandro Molon (PSB-RJ), Orlando Silva (PCdoB-SP) e Tabata Amaral (sem partido-SP), e ainda João Amoedo, que foi candidato a presidente pelo Novo em 2018.

A manifestação conta com o apoio de centrais sindicais como a Força Sindical e a União Geral dos Trabalhadores (UGT). Outras, como a Central Única dos Trabalhadores (CUT), não participam.

As articulações em torno do protesto deste domingo e as adesões a ele começaram em paralelo à organização das manifestações de 7 de setembro a favor de Bolsonaro.

Depois da última terça, quando o presidente prometeu descumprir decisões judiciais do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o movimento da oposição a Bolsonaro pareceu ficar mais robusto. O PSDB, por exemplo, decidiu se opor ao governo.

Mas as oposições não têm um acordo para um calendário único de protestos. A divisão é alimentada por ressentimentos do passado, como as divergências em torno do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), e pelas diferentes perspectivas dos partidos em relação às eleições de 2022.

A mobilização em torno das manifestações deste domingo também foi ofuscada pelo movimento da última quinta-feira (9) do presidente Bolsonaro, que publicou uma carta em que disse não ter tido a intenção de agredir outros poderes durante os discursos de 7 de setembro. O gesto, visto como tentativa de amenizar a crise institucional, contou com o apoio do ex-presidente Michel Temer (MDB), que colaborou na redação da carta e intermediou uma ligação telefônica entre o presidente e Moraes.

Na mesma quinta, um dia depois de o PSDB formalizar oposição ao governo, o presidente do partido, Bruno Araújo, classificou a iniciativa de Bolsonaro como positiva.

Em termos práticos, por enquanto, os movimentos de oposição também não têm uma sinalização de que podem alcançar o objetivo de conseguir a abertura de um processo de afastamento de Bolsonaro. As várias vertentes já formalizaram dezenas de pedidos de impeachment do presidente, mas nenhum foi adiante. Eles estão parados nas mãos do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

CNN

Natália Bonavides: “Não há nota que desfaça a ameaça golpista e o crime cometido”

Foto da Internet

A deputada federal Natália Bonavides (PT-RN) voltou a levantar o discurso de “golpe” ao criticar a carta de Jair Bolsonaro para tentar apaziguar o clima entre os poderes. De acordo com ela, houve um crime praticado pelo presidente.

“Foi a complacência com essa atitude que permitiu a ameaça golpista feita por ele no dia 7. Não há nota que desfaça a ameaça golpista e o crime cometido”, disse a parlamentar ao Agora RN.

Para parlamentares de oposição, o gesto de Bolsonaro não passa de fingimento e estratégia para um novo ataque, com consequências ainda mais danosas à já fragilizada economia brasileira.

O que vocês acham dessa deputada?

BG