Archive for março 1st, 2021

Vigilância em Saúde de Campo Redondo realiza conscientização ao uso de máscara e sanitização da feira livre

Uma equipe da Vigilância em Saúde de Campo Redondo visitou, no último sábado (27), diversos pontos e comércios da cidade conscientizando sobre o uso da máscara, higienização e do distanciamento. O trabalho também tem como objetivo monitorar o cumprimento do decreto que delimita novos parâmetros de funcionamento e sanitários referentes à pandemia de Covi-19.

Após a comercialização dos produtos pelos feirantes foi realizada a desinfecção da feira livre. O processo chamado de sanitização tem como objetivo contribuir na eliminação do vírus em ambientes públicos. O produto utilizado é específico para higienização e desinfecção de espaços com potencialidade de contaminação do Covid-19. Possui baixo odor, além de seu princípio ativo não ser agressivo às pessoas, animais e ao meio ambiente

Prefeitos do Seridó estiveram reunidos com Governadora Fátima Bezerra para tratar situação da Covid-19 na região

Prefeitos do Seridó estiveram reunidos com a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, para tratar sobre a situação da Covid-19, na região. O encontro aconteceu de forma virtual, na tarde desta segunda-feira (1º), atendendo uma solicitação dos presidentes das Associações dos Municípios do Seridó Oriental e Ocidental, Fernando Bezerra (Acari) e Ivanildo Albuquerque (Timbaúba dos Batistas). A secretária adjunta de saúde do RN, Maura Sobreira, também prestigiou o momento.

Dentro da pauta apresentada ao governo está a criação de um centro de referência COVID em Caicó para internação de pacientes em situação clínica moderada, diminuindo a demanda encaminhada para o Hospital Regional do Seridó, em Caicó. Outro assunto abordado foi com relação a necessidade de ampliação dos leitos críticos e de Unidade de Terapia Intensiva no Hospital Regional do Seridó.

Os prefeitos relataram à Governadora Fátima a necessidade de articulação com o Governo Federal ou compra direta de vacinas para que, com melhor intensidade e dentro dos critérios técnicos estabelecidos, seja ampliada a vacinação e, consequentemente, imunizada maior parcela da população.

Fátima agradeceu o empenho dos gestores que com unidade estão lutando no enfrentamento a Covid na região do Seridó. Disse estar atenta às demandas e que acontecerá a expansão inicialmente de cinco leitos críticos com perspectiva de mais cinco.

A secretária adjunta de saúde do RN, Maura Sobreira, disse que com relação às vacinas, o governo já demonstrou o interesse em aquisição direta dos imunizantes para avançar no processo de vacinação. Contou também que o vice-governador, Antenor Roberto, estará viajando para tratar diretamente desta demanda nesta terça-feira (2).

Dentre outros presentes participaram da reunião, Fernando Bezerra (Acari), Ivanildo Albuquerque (Timbaúba dos Batistas), Luciano Santos (Lagoa Nova), Odon Jr (Currais Novos), Samuel Souto (Ouro Branco), Inácio Macedo (Tenente Laurentino Cruz), Marcelo Porto (Bodó), Joaquim de Medeirinho (Cruzeta), Thiago Almeida (Parelhas), Hudson Brito (Santana do Seridó), Amazan (Jardim do Seridó), Dr. Tadeu (Caicó), Serginho (Serra Negra do Norte) e Genilson Maia (São Fernando).

Sandro Pimentel pede atuação do Procon na fiscalização do preço do etanol

Considerando os frequentes aumentos nos preços de combustível, o deputado estadual Sandro Pimentel (PSOL) apresentou requerimento, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, demandando ao Procon estadual a fiscalização efetiva do aumento do etanol do estado. O objetivo é de que o órgão fiscalize os postos para verificar as variáveis nos preços, bem como possíveis aumentos abusivos.

De acordo com o parlamentar, sendo o Procon um órgão público atuante primordialmente na proteção e defesa dos direitos dos consumidores e seus interesses, é de total importância uma fiscalização efetiva nos postos do Rio Grande do Norte, quanto ao aumento e diferença dos preços do etanol de um posto para outro, bem como de uma cidade para outra. 

“Os consumidores ficam à mercê da iniciativa privada, tendo que se submeter muitas vezes a aumentos abusivos, aumentos esses que não se justificam, uma vez que a gasolina e o diesel sobem de acordo com o preço do petróleo e o etanol não. Por este motivo, se faz necessário a fiscalização pelo órgão competente, com maior atenção”, enfatizou o deputado.

Vivaldo Costa solicita espaço cultural para Ipueira

Pensando especialmente na valorização da história e da cultura do município de Ipueira, o deputado estadual Vivaldo Costa (PSD) apresentou requerimento, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, solicitando ao Governo do Estado, à Secretaria de Estado do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social (Sethas) e à Fundação José Augusto a celebração de um convênio entre o ente estadual e o município para a cessão do prédio que funcionava a antiga delegacia. A finalidade é a de criação de um espaço para a cultura local.

Conforme o parlamentar, Ipueira conta com um número expressivo de artesãos e artistas, em geral. “A ideia deste espaço já vem sendo discutida há algum tempo por moradores e autoridades da cidade. O espaço cultural englobaria a música, o artesanato, a culinária, bordados, confecções de quadros e outros materiais diversos”, explicou.

“Com a exposição dos trabalhos, os artesãos podem manter uma venda regular, conseguindo, assim, condições de subsistência. O espaço também seria usado para a realização de reuniões, encontros de produtores rurais, realização de palestras para diversificação das culturas de subsistência e aprimoramento no cultivo das já existentes, assim como, a realização de palestras sobre temas variados, como turismo, preservação ambiental, entre outras”, complementou Vivaldo Costa.

‘IVERMECTINA reduz mortalidade pela Covid’ – diz infectologista do RN

Dra. Roberta diz confirma que a Ivermectina reduz internamento e mortalidade / foto da Internet

Neste sábado, 27, a infectologista Roberta Lacerda defendeu o uso da ivermectina como medicamento de tratamento precoce contra a Covid-19, em uma entrevista à rádio 96 FM de Natal. Segundo a especialista, países como Índia, México e Peru tiveram sucesso ao controlar o avanço do vírus após especialistas adotarem o uso do composto como forma de profilaxia, reduzindo a mortalidade dos infectados.


Durante a conversa, a especialista disse que desde novembro de 2020 a curva dos gráficos que indicam casos no Rio Grande do Norte estão subindo, mas que em julho do ano passado, houve uma queda que não poderia ser explicada apenas pelo distanciamento. “Havia 40% de distanciamento, tenho isso gravado na minha mente. Era no nosso dizer do Alecrim ‘calcinha jovem, Covid na canela’. Não havia ninguém parado em Natal. Houve queda e ninguém explicou isso. E todo mundo ficou colocando: ‘não tem nada a ver com tratamento precoce, não tem nada a ver com ivermectina, isso é falácia’”, relembrou. 

Roberta ainda falou sobre as acusações de que a escolha pelo medicamento se tratava como uma tentativa desesperada de frear o avanço do vírus no estado. “A gente estava comendo os livros, engolindo artigos, fazendo reuniões científicas com os caras na Espanha, com os caras lá no Canadá”, defendeu. 

Ainda na entrevista, a infectologista disse que houve avanço em países em que foram feitos tratamentos precoces com o uso da ivermectina. “Podem olhar dentro da internet as curvas do Peru e da Índia. Uttar Pradesh, uma população de 210 milhões de pessoas dentro da Índia. Bilhões de pessoas e ninguém explica porque ela zerou a mortalidade dia 8 de fevereiro e não ouço falar nada disso na mídia. Não existe nenhuma palavra na mídia convencional sobre os processos exitosos do controle da pandemia no Peru, no México, agora na Índia e em todos os países que estão liberando o uso da ivermectina”, apontou. 

Durante a entrevista, a infectologista voltou a defender o chamado tratamento precoce. “As pessoas estão morrendo com fila no Rio Grande, 3 ambulâncias com paciente entubado porque não tem vaga. Estão enganando a população desde o ínicio, há um ano, com uma falácia que não tem tratamento precoce”, disse. 

Em outro ponto da entrevista, ela apontou uma estratégia combinada para combater o coronavírus. “Desde o início eu disse: ‘a estratégia tem que ser combinada’. É vacina, é tratamento internado, é tratamento precoce, porque não se investiu em nenhuma pesquisa de tratamento precoce. A Organização Mundial da Saúde (OMS) é conhecida como o órgão que tem que zelar pela saúde pública, com medicamentos baratos, custo efetivo e que possam ser orais e de fácil acesso para a população”, falou. 

A especialista criticou a OMS no que diz respeito ao uso da ivermectina. “45 anos de estudo com a ivermectina, 4,7 bilhões de dólares, mais de 200 milhões de pessoas curadas de doenças na África como Filariose, oncocercose, escabiose, pediculose. A OMS faz uma metanálise para fazer tratamento de escabiose em massa com ivermectina mas não aceita para Covid”.

Roberta Lacerda falou sobre casos em que os pacientes são mandados de volta para casa. “Tem alguém na minha frente sofrendo há cinco dias com febre, dor no corpo e diarreia e estão mandando para casa com dipirona dizendo que esta pessoa não precisa fazer nada. Isto é criminoso. Isso é uma falácia. Eu não concebo que as pessoas até este momento não estão à vontade com as evidências porque não tem corpo racional, com qualidade, que já tem, não é mais momento para dizer que não tem qualidade”, pontuou. 

A especialista também aproveitou a entrevista para se posicionar em relação à vacina para combater a Covid-19. “Em nenhuma pandemia se investiu tanto só em vacina. Eu não sou contra a vacina. Mas a gente tem que entender que ela é uma prevenção”, defendeu.


Agora RN

Covid-19: Vacina pode ter matado casal de idosos no interior do RN

oão Cipriano de Araújo, de 95 anos, e Joana Elisia de Araújo, 86 anos, eram casados há 63 anos — Foto: Arquivo da família
João Cipriano de Araújo, de 95 anos, e Joana Elisia de Araújo, 86 anos, eram casados há 63 anos — Foto: Arquivo da família

Um casal de idosos morreu de Covid-19 no mesmo dia em São João do Sabugi, na região Seridó do RN. João Cipriano de Araújo, de 95 anos, e Joana Elisia de Araújo, 86 anos, eram casados há 63 anos. Eles morreram em casa, no domingo (28), em um intervalo de aproximadamente sete horas.

Segundo a neta do casal, Jorgânia Medeiros, de 27 anos, os idosos tomaram a primeira dose da vacina contra a Covid-19 no dia 11 de fevereiro. Oito dias depois os dois começaram a sentir sintomas da doença. No dia 24 o casal fez exames e testou positivo para o coronavírus.

Ainda de acordo com a neta os idosos não chegaram a ser internados e morreram em casa: Dona Joana, às 4h, e Seu João Cipriano, às 11h30. “A família está muito abalada, mas sabendo que eles foram para o repouso eterno. Só nos resta saudades”, relatou, emocionada.

G1RN

Ivermectina: O que já se sabe sobre os benefícios contra a Covid-19

Foto da Internet

Falta consenso científico mundial sobre o assunto, mas há cada vez mais médicos convencidos de que aquela substância (Ivermectina) é uma solução segura e barata contra os efeitos da Covid-19 no nosso organismo.

O Infarmed está a analisar, a Agência Europeia do Medicamento também, mas Germano de Sousa, esse mesmo, o bastonário da Ordem dos Médicos entre 1999 e 2004, especialista em patologia clínica e professor da Faculdade de Ciências Médicas de Lisboa, já está a tomar. “Uso pessoalmente como uma profilaxia, enquanto aguardo que me chamem para tomar a vacina”, confessou, perante a audiência do webinar recentemente promovido pela Associação Nacional de Farmácias (ANF) sobre o assunto – justificando que, além dos seus 78 anos, o preocupa o facto de todos os dias receber centenas de pessoas no laboratório clínico com o seu nome, suspeitas de estarem infetadas com o coronavírus. E na sua equipa, acrescenta, há mais quatro pessoas a fazer o mesmo. “Há já muitas evidências dos seus benefícios”.

“Enquanto profissionais de saúde e de cidadãos temos o direito e o dever de exigir que as nossas autoridades de saúde tomem uma decisão sobre isto e não fiquem à espera do que dizem as entidades internacionais”, frisa ainda o internista do hospital de S. João no Porto, que já no final do ano passado, questionara também a razão para a Direção Geral da Saúde continuar a recomendar o remdesivir contra a Covid-19, “algo que já não é recomendado pela OMS.” O pior? Continua a não estar “disponível para discutir sobre os fármacos que podem salvar milhares de vidas”.

Divulgada a 10 de fevereiro, aquela sessão da ANF foi convocada para responder às inúmeras dúvidas dos profissionais das farmácias que têm sido confrontadas com um número crescente de prescrições médicas a solicitar a venda daquela substância.

Trata-se de um medicamento antiparasitário aprovado para uso humano desde 1987 e que, em 2015, deu o prémio Nobel da Medicina a dois investigadores, o americano William Campbell e o japonês Satoshi Omura, pelas descobertas sobre o seu uso para combater infeções provocadas por parasitas. Em meados do ano passado, foi apontado em vários estudos clínicos como benéfico no contexto da profilaxia e tratamento dos primeiros sintomas da Covid-19. Disso deram conta também, naquele encontro, os demais médicos que o prescrevem a muitos dos seus doentes – nenhum com registo de hospitalização. “Mas há também resultados de 57 ensaios, todos bastante credíveis”, remata António Ferreira.

Trata-se ainda do mesmo medicamento proposto ao ministério da Saúde no final de 2020 e que criou então algum burburinho. Nessa altura, já um grupo de médicos americanos tinham dirigido um apelo ao Senado para o uso deste fármaco no combate à pandemia, depois de vários casos o sustentarem desde que a substância fora testada in vitro por investigadores australianos que, em 48 horas, conseguiram destruir o coronavírus.

“Não recomendando mais contra o uso de ivermectina, os médicos devem sentir-se mais abertos a prescrever ivermectina como outra opção terapêutica”, lê-se no documento, considerando-se entao que este passo pode abrir caminho para uma futura a aprovação de utilização de emergência pela FDA.

Nas informações acima estão removidas textos de interesses que apenas querem trazer o desespero ao mundo. Pois este blogueiro teve a Covid-19, e não teve gravidades por causa do uso da Ivermectina.

Visão

Covid-19: Israel confirma vacinação de palestinos com permissão de trabalho

VAcina contra Covid-19
AAutoridade Palestina espera receber quase 2 milhões de doses de vários fabricantes / Foto: Brendan Smialowski / AFP

Israel confirmou neste domingo (28) que vacinará os palestinos da Cisjordânia que têm permissão para trabalhar nos assentamentos judeus nos territórios ocupados e em Israel.

A unidade militar israelense responsável pelos temas civis nos Territórios Palestinos afirmou em um comunicado que existe aprovação política para vacinar “os trabalhadores palestinos com permissão de trabalho” em Israel.

As campanhas de vacinação, que começarão nos próximos dias, acontecerão nas passagens de fronteira entre Israel e Cisjordânia, assim como dentro das colônias.

A Autoridade Palestina afirmou na semana passada que havia alcançado um acordo com Israel para a vacinação de 100 mil trabalhadores palestinos.

Israel, que está entre os países mais avançados na vacinação, recebeu apelos da comunidade internacional para garantir a imunização de todos os palestinos na Cisjordânia ocupada e em Gaza.

A Autoridade Palestina espera receber quase 2 milhões de doses de vários fabricantes, além das doses do programa Covax, respaldado pela ONU e criado para ajudar as nações mais pobres a adquirir vacinas.

O Tempo