Eudiane solicita melhorias no abastecimento de água das comunidades de Vera Cruz

Diante dos recorrentes problemas no abastecimento de água que vêm prejudicando os moradores de Vera Cruz, a deputada Eudiane Macedo (Republicanos) está solicitando ao Governo do RN, através da Caern, a expansão do sistema. Seu pleito é direcionado às comunidades rurais do município.
 
“Com o atendimento deste pleito, serão atendidas cerca de 500 famílias que terão seus problemas diários de abastecimento sanados”, defendeu a parlamentar.
 
De acordo com o seu requerimento, a expansão do sistema se daria com o transporte de água da comunidade Araçá até Pitombeira, Euzébio, Jenipapo e Jacaré, as mais necessitadas. Em Araçá já existe um poço com vazão suficiente para destinar água a estas comunidades.

Sandra Rosado é internada com Covid-19, mas passa bem

Ex-vereadora está em leito clínico
Foto: Edilberto Barros

A ex-vereadora mossoroense e ex-deputada federal Sandra Rosado (PSDB) foi internada com Covid-19 nesta segunda-feira (1º).

Ela está em leito clínico no Hospital Wilson Rosado.

Seu marido, ex-deputado Laíre Rosado, a acompanha. Ele também testou positivo, mas tem sintomas leves, sem precisar de internação.

“Nosso pai apresenta apenas sintomas leves. Nossa mãe também, mas, fazendo parte do grupo de risco em decorrência da hipertensão e do diabetes, foi internada preventivamente ontem à noite no Hospital Wilson Rosado, seguindo orientação médica”, escreveu a vereadora Larissa Rosado (PSDB), em rede social.

“Ela [Sandra] passa bem, respira sem necessidade de aparelhos e deve ter alta nos próximos dias”, afirma.

Saulo Vale

Escolas se dividem sobre aulas presenciais em Natal após divergências entre decretos; governo diz que vai multar desobediência

Com divergência entre decretos do estado e do município, escola de Natal manteve aulas presenciais nesta segunda-feira (1º). — Foto: Anna Alyne Cunha
Com divergência entre decretos do estado e do município, escola de Natal manteve aulas presenciais nesta segunda-feira (1º). — Foto: Anna Alyne Cunha

As escolas estão funcionando de acordo com o que foi recomendado pelo governo do estado e municipal, mas aí, por incompetência o governo agora determina o fechamento das mesmas.

As divergências sobre a permissão ou não para funcionamento das aulas presenciais nas escolas de Natal dividiram opiniões de pais e instituições. Um decreto publicado pelo governo do estado determinou suspensão das aulas no ensino fundamental 2, no ensino médio e no ensino superior a partir desta segunda (1º). Porém o decreto municipal publicado no mesmo dia autorizou a continuidade das aulas na capital.

O governo quer multar as escolas passando por cima da autonomia dos municípios, o que é inconstitucional. Tudo agora é reagido por meio da ditadura influenciada pela a do STF.

G1

Covid-19: Por falta dos 30 respiradores que Fátima Bezerra pagou e nunca chegaram, agora, em 16 dias, 39 pessoas morrem à espera de UTI no RN

Sistema de Saúde do RN sofre pressão por leitos de Covid-19.  — Foto: Ariel Dantas
Sistema de Saúde do RN sofre pressão por leitos de Covid-19. — Foto: Ariel Dantas

A situação é assustadora, mas também de irresponsabilidade por parte do Governo do Estado do Rio Grande do Norte, da governadora Fátima Bezerra. Pois no início da pandemia, o governo federal mandou R$ 4.947.535,80 para aquisição de respiradores para UTIs no RN.

Fátima se uniu ao Consórcio Nordeste e fizeram uma compra, pagaram, e os respiradores nuca chegaram. Então, só existe um culpado pelas mortes das pessoas pela falta da UTIs, é o governo estadual que após um ano ainda não recebeu os referidos respiradores pagos.

Agora, a manchete do G1RN diz que “em 16 dias, 39 pacientes morreram antes mesmo de conseguirem acesso a um leito destinado ao tratamento da Covid-19 no Rio Grande do Norte. Desse total, 23 (58%) foram somente na região metropolitana de Natal.”

Os números refletem casos em que o pedido de regulação para um leito foi suspenso pelo falecimento do paciente. Além dos óbitos, o estado teve 43 pedidos de regulação para leitos suspensos por falta de transporte. A região metropolitana foi responsável por 28 cancelamentos desse tipo.

Os dados compilados entre os dias 12 e 28 de fevereiro constam do documento “Rio Grande do Norte: ‘uma nova onda'”, construído por um grupo de pesquisadores do Laboratório de Inovação Tecnológico em Saúde (Lais) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), que analisam a situação recente no estado.

A partir do período de carnaval, foi observado aumento de cerca de 48% nas solicitações por internações em leitos covid-19, em um intervalo de duas semanas, somente na região metropolitana de Natal.

O aumento da demanda por leitos levou o estado a determinar toque de recolher das 22h às 5h, além de suspensão de aulas presenciais, cultos, missas entre outras atividades. A capital determinou fechamento da orla marítima nos finais de semana e feriados.

No início da tarde desta segunda-feira (1º), o estado estava com 92,7% de ocupação dos leitos críticos para Covid-19, de acordo com o Sistema Regula RN, criado pelo Lais e usado pelo governo do estado para administrar a regulação de leitos para Covid-19 no Rio Grande do Norte.

Pelo menos 12 hospitais com leitos da rede pública estavam com todas as UTIs ocupadas e outros cinco tinham taxa acima de 90%. A rede privada também opera com praticamente o total de leitos na região metropolitana.

“A situação no estado do Rio Grande do Norte é considerada grave. Diante dos estudos apresentados, é possível afirmar que, atualmente, a Região Metropolitana é a principal responsável pelos aumentos das internações por Covid-19 em todo o RN. Todavia, as demais regiões também não estão em uma situação confortável, logo, todas as autoridades públicas do estado devem estar atentas aos indicadores assistenciais (leitos covid-19) e aos dados epidemiológicos diariamente publicados pela SESAP/RN”, apontam os pesquisadores.

G1

Vigilância em Saúde de Campo Redondo realiza conscientização ao uso de máscara e sanitização da feira livre

Uma equipe da Vigilância em Saúde de Campo Redondo visitou, no último sábado (27), diversos pontos e comércios da cidade conscientizando sobre o uso da máscara, higienização e do distanciamento. O trabalho também tem como objetivo monitorar o cumprimento do decreto que delimita novos parâmetros de funcionamento e sanitários referentes à pandemia de Covi-19.

Após a comercialização dos produtos pelos feirantes foi realizada a desinfecção da feira livre. O processo chamado de sanitização tem como objetivo contribuir na eliminação do vírus em ambientes públicos. O produto utilizado é específico para higienização e desinfecção de espaços com potencialidade de contaminação do Covid-19. Possui baixo odor, além de seu princípio ativo não ser agressivo às pessoas, animais e ao meio ambiente

Prefeitos do Seridó estiveram reunidos com Governadora Fátima Bezerra para tratar situação da Covid-19 na região

Prefeitos do Seridó estiveram reunidos com a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, para tratar sobre a situação da Covid-19, na região. O encontro aconteceu de forma virtual, na tarde desta segunda-feira (1º), atendendo uma solicitação dos presidentes das Associações dos Municípios do Seridó Oriental e Ocidental, Fernando Bezerra (Acari) e Ivanildo Albuquerque (Timbaúba dos Batistas). A secretária adjunta de saúde do RN, Maura Sobreira, também prestigiou o momento.

Dentro da pauta apresentada ao governo está a criação de um centro de referência COVID em Caicó para internação de pacientes em situação clínica moderada, diminuindo a demanda encaminhada para o Hospital Regional do Seridó, em Caicó. Outro assunto abordado foi com relação a necessidade de ampliação dos leitos críticos e de Unidade de Terapia Intensiva no Hospital Regional do Seridó.

Os prefeitos relataram à Governadora Fátima a necessidade de articulação com o Governo Federal ou compra direta de vacinas para que, com melhor intensidade e dentro dos critérios técnicos estabelecidos, seja ampliada a vacinação e, consequentemente, imunizada maior parcela da população.

Fátima agradeceu o empenho dos gestores que com unidade estão lutando no enfrentamento a Covid na região do Seridó. Disse estar atenta às demandas e que acontecerá a expansão inicialmente de cinco leitos críticos com perspectiva de mais cinco.

A secretária adjunta de saúde do RN, Maura Sobreira, disse que com relação às vacinas, o governo já demonstrou o interesse em aquisição direta dos imunizantes para avançar no processo de vacinação. Contou também que o vice-governador, Antenor Roberto, estará viajando para tratar diretamente desta demanda nesta terça-feira (2).

Dentre outros presentes participaram da reunião, Fernando Bezerra (Acari), Ivanildo Albuquerque (Timbaúba dos Batistas), Luciano Santos (Lagoa Nova), Odon Jr (Currais Novos), Samuel Souto (Ouro Branco), Inácio Macedo (Tenente Laurentino Cruz), Marcelo Porto (Bodó), Joaquim de Medeirinho (Cruzeta), Thiago Almeida (Parelhas), Hudson Brito (Santana do Seridó), Amazan (Jardim do Seridó), Dr. Tadeu (Caicó), Serginho (Serra Negra do Norte) e Genilson Maia (São Fernando).

Sandro Pimentel pede atuação do Procon na fiscalização do preço do etanol

Considerando os frequentes aumentos nos preços de combustível, o deputado estadual Sandro Pimentel (PSOL) apresentou requerimento, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, demandando ao Procon estadual a fiscalização efetiva do aumento do etanol do estado. O objetivo é de que o órgão fiscalize os postos para verificar as variáveis nos preços, bem como possíveis aumentos abusivos.

De acordo com o parlamentar, sendo o Procon um órgão público atuante primordialmente na proteção e defesa dos direitos dos consumidores e seus interesses, é de total importância uma fiscalização efetiva nos postos do Rio Grande do Norte, quanto ao aumento e diferença dos preços do etanol de um posto para outro, bem como de uma cidade para outra. 

“Os consumidores ficam à mercê da iniciativa privada, tendo que se submeter muitas vezes a aumentos abusivos, aumentos esses que não se justificam, uma vez que a gasolina e o diesel sobem de acordo com o preço do petróleo e o etanol não. Por este motivo, se faz necessário a fiscalização pelo órgão competente, com maior atenção”, enfatizou o deputado.

Vivaldo Costa solicita espaço cultural para Ipueira

Pensando especialmente na valorização da história e da cultura do município de Ipueira, o deputado estadual Vivaldo Costa (PSD) apresentou requerimento, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, solicitando ao Governo do Estado, à Secretaria de Estado do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social (Sethas) e à Fundação José Augusto a celebração de um convênio entre o ente estadual e o município para a cessão do prédio que funcionava a antiga delegacia. A finalidade é a de criação de um espaço para a cultura local.

Conforme o parlamentar, Ipueira conta com um número expressivo de artesãos e artistas, em geral. “A ideia deste espaço já vem sendo discutida há algum tempo por moradores e autoridades da cidade. O espaço cultural englobaria a música, o artesanato, a culinária, bordados, confecções de quadros e outros materiais diversos”, explicou.

“Com a exposição dos trabalhos, os artesãos podem manter uma venda regular, conseguindo, assim, condições de subsistência. O espaço também seria usado para a realização de reuniões, encontros de produtores rurais, realização de palestras para diversificação das culturas de subsistência e aprimoramento no cultivo das já existentes, assim como, a realização de palestras sobre temas variados, como turismo, preservação ambiental, entre outras”, complementou Vivaldo Costa.

‘IVERMECTINA reduz mortalidade pela Covid’ – diz infectologista do RN

Dra. Roberta diz confirma que a Ivermectina reduz internamento e mortalidade / foto da Internet

Neste sábado, 27, a infectologista Roberta Lacerda defendeu o uso da ivermectina como medicamento de tratamento precoce contra a Covid-19, em uma entrevista à rádio 96 FM de Natal. Segundo a especialista, países como Índia, México e Peru tiveram sucesso ao controlar o avanço do vírus após especialistas adotarem o uso do composto como forma de profilaxia, reduzindo a mortalidade dos infectados.


Durante a conversa, a especialista disse que desde novembro de 2020 a curva dos gráficos que indicam casos no Rio Grande do Norte estão subindo, mas que em julho do ano passado, houve uma queda que não poderia ser explicada apenas pelo distanciamento. “Havia 40% de distanciamento, tenho isso gravado na minha mente. Era no nosso dizer do Alecrim ‘calcinha jovem, Covid na canela’. Não havia ninguém parado em Natal. Houve queda e ninguém explicou isso. E todo mundo ficou colocando: ‘não tem nada a ver com tratamento precoce, não tem nada a ver com ivermectina, isso é falácia’”, relembrou. 

Roberta ainda falou sobre as acusações de que a escolha pelo medicamento se tratava como uma tentativa desesperada de frear o avanço do vírus no estado. “A gente estava comendo os livros, engolindo artigos, fazendo reuniões científicas com os caras na Espanha, com os caras lá no Canadá”, defendeu. 

Ainda na entrevista, a infectologista disse que houve avanço em países em que foram feitos tratamentos precoces com o uso da ivermectina. “Podem olhar dentro da internet as curvas do Peru e da Índia. Uttar Pradesh, uma população de 210 milhões de pessoas dentro da Índia. Bilhões de pessoas e ninguém explica porque ela zerou a mortalidade dia 8 de fevereiro e não ouço falar nada disso na mídia. Não existe nenhuma palavra na mídia convencional sobre os processos exitosos do controle da pandemia no Peru, no México, agora na Índia e em todos os países que estão liberando o uso da ivermectina”, apontou. 

Durante a entrevista, a infectologista voltou a defender o chamado tratamento precoce. “As pessoas estão morrendo com fila no Rio Grande, 3 ambulâncias com paciente entubado porque não tem vaga. Estão enganando a população desde o ínicio, há um ano, com uma falácia que não tem tratamento precoce”, disse. 

Em outro ponto da entrevista, ela apontou uma estratégia combinada para combater o coronavírus. “Desde o início eu disse: ‘a estratégia tem que ser combinada’. É vacina, é tratamento internado, é tratamento precoce, porque não se investiu em nenhuma pesquisa de tratamento precoce. A Organização Mundial da Saúde (OMS) é conhecida como o órgão que tem que zelar pela saúde pública, com medicamentos baratos, custo efetivo e que possam ser orais e de fácil acesso para a população”, falou. 

A especialista criticou a OMS no que diz respeito ao uso da ivermectina. “45 anos de estudo com a ivermectina, 4,7 bilhões de dólares, mais de 200 milhões de pessoas curadas de doenças na África como Filariose, oncocercose, escabiose, pediculose. A OMS faz uma metanálise para fazer tratamento de escabiose em massa com ivermectina mas não aceita para Covid”.

Roberta Lacerda falou sobre casos em que os pacientes são mandados de volta para casa. “Tem alguém na minha frente sofrendo há cinco dias com febre, dor no corpo e diarreia e estão mandando para casa com dipirona dizendo que esta pessoa não precisa fazer nada. Isto é criminoso. Isso é uma falácia. Eu não concebo que as pessoas até este momento não estão à vontade com as evidências porque não tem corpo racional, com qualidade, que já tem, não é mais momento para dizer que não tem qualidade”, pontuou. 

A especialista também aproveitou a entrevista para se posicionar em relação à vacina para combater a Covid-19. “Em nenhuma pandemia se investiu tanto só em vacina. Eu não sou contra a vacina. Mas a gente tem que entender que ela é uma prevenção”, defendeu.


Agora RN

Covid-19: Vacina pode ter matado casal de idosos no interior do RN

oão Cipriano de Araújo, de 95 anos, e Joana Elisia de Araújo, 86 anos, eram casados há 63 anos — Foto: Arquivo da família
João Cipriano de Araújo, de 95 anos, e Joana Elisia de Araújo, 86 anos, eram casados há 63 anos — Foto: Arquivo da família

Um casal de idosos morreu de Covid-19 no mesmo dia em São João do Sabugi, na região Seridó do RN. João Cipriano de Araújo, de 95 anos, e Joana Elisia de Araújo, 86 anos, eram casados há 63 anos. Eles morreram em casa, no domingo (28), em um intervalo de aproximadamente sete horas.

Segundo a neta do casal, Jorgânia Medeiros, de 27 anos, os idosos tomaram a primeira dose da vacina contra a Covid-19 no dia 11 de fevereiro. Oito dias depois os dois começaram a sentir sintomas da doença. No dia 24 o casal fez exames e testou positivo para o coronavírus.

Ainda de acordo com a neta os idosos não chegaram a ser internados e morreram em casa: Dona Joana, às 4h, e Seu João Cipriano, às 11h30. “A família está muito abalada, mas sabendo que eles foram para o repouso eterno. Só nos resta saudades”, relatou, emocionada.

G1RN

Ivermectina: O que já se sabe sobre os benefícios contra a Covid-19

Foto da Internet

Falta consenso científico mundial sobre o assunto, mas há cada vez mais médicos convencidos de que aquela substância (Ivermectina) é uma solução segura e barata contra os efeitos da Covid-19 no nosso organismo.

O Infarmed está a analisar, a Agência Europeia do Medicamento também, mas Germano de Sousa, esse mesmo, o bastonário da Ordem dos Médicos entre 1999 e 2004, especialista em patologia clínica e professor da Faculdade de Ciências Médicas de Lisboa, já está a tomar. “Uso pessoalmente como uma profilaxia, enquanto aguardo que me chamem para tomar a vacina”, confessou, perante a audiência do webinar recentemente promovido pela Associação Nacional de Farmácias (ANF) sobre o assunto – justificando que, além dos seus 78 anos, o preocupa o facto de todos os dias receber centenas de pessoas no laboratório clínico com o seu nome, suspeitas de estarem infetadas com o coronavírus. E na sua equipa, acrescenta, há mais quatro pessoas a fazer o mesmo. “Há já muitas evidências dos seus benefícios”.

“Enquanto profissionais de saúde e de cidadãos temos o direito e o dever de exigir que as nossas autoridades de saúde tomem uma decisão sobre isto e não fiquem à espera do que dizem as entidades internacionais”, frisa ainda o internista do hospital de S. João no Porto, que já no final do ano passado, questionara também a razão para a Direção Geral da Saúde continuar a recomendar o remdesivir contra a Covid-19, “algo que já não é recomendado pela OMS.” O pior? Continua a não estar “disponível para discutir sobre os fármacos que podem salvar milhares de vidas”.

Divulgada a 10 de fevereiro, aquela sessão da ANF foi convocada para responder às inúmeras dúvidas dos profissionais das farmácias que têm sido confrontadas com um número crescente de prescrições médicas a solicitar a venda daquela substância.

Trata-se de um medicamento antiparasitário aprovado para uso humano desde 1987 e que, em 2015, deu o prémio Nobel da Medicina a dois investigadores, o americano William Campbell e o japonês Satoshi Omura, pelas descobertas sobre o seu uso para combater infeções provocadas por parasitas. Em meados do ano passado, foi apontado em vários estudos clínicos como benéfico no contexto da profilaxia e tratamento dos primeiros sintomas da Covid-19. Disso deram conta também, naquele encontro, os demais médicos que o prescrevem a muitos dos seus doentes – nenhum com registo de hospitalização. “Mas há também resultados de 57 ensaios, todos bastante credíveis”, remata António Ferreira.

Trata-se ainda do mesmo medicamento proposto ao ministério da Saúde no final de 2020 e que criou então algum burburinho. Nessa altura, já um grupo de médicos americanos tinham dirigido um apelo ao Senado para o uso deste fármaco no combate à pandemia, depois de vários casos o sustentarem desde que a substância fora testada in vitro por investigadores australianos que, em 48 horas, conseguiram destruir o coronavírus.

“Não recomendando mais contra o uso de ivermectina, os médicos devem sentir-se mais abertos a prescrever ivermectina como outra opção terapêutica”, lê-se no documento, considerando-se entao que este passo pode abrir caminho para uma futura a aprovação de utilização de emergência pela FDA.

Nas informações acima estão removidas textos de interesses que apenas querem trazer o desespero ao mundo. Pois este blogueiro teve a Covid-19, e não teve gravidades por causa do uso da Ivermectina.

Visão

Covid-19: Israel confirma vacinação de palestinos com permissão de trabalho

VAcina contra Covid-19
AAutoridade Palestina espera receber quase 2 milhões de doses de vários fabricantes / Foto: Brendan Smialowski / AFP

Israel confirmou neste domingo (28) que vacinará os palestinos da Cisjordânia que têm permissão para trabalhar nos assentamentos judeus nos territórios ocupados e em Israel.

A unidade militar israelense responsável pelos temas civis nos Territórios Palestinos afirmou em um comunicado que existe aprovação política para vacinar “os trabalhadores palestinos com permissão de trabalho” em Israel.

As campanhas de vacinação, que começarão nos próximos dias, acontecerão nas passagens de fronteira entre Israel e Cisjordânia, assim como dentro das colônias.

A Autoridade Palestina afirmou na semana passada que havia alcançado um acordo com Israel para a vacinação de 100 mil trabalhadores palestinos.

Israel, que está entre os países mais avançados na vacinação, recebeu apelos da comunidade internacional para garantir a imunização de todos os palestinos na Cisjordânia ocupada e em Gaza.

A Autoridade Palestina espera receber quase 2 milhões de doses de vários fabricantes, além das doses do programa Covax, respaldado pela ONU e criado para ajudar as nações mais pobres a adquirir vacinas.

O Tempo

OMS condena o lockdown: não salva vidas e faz os pobres muito mais pobres

O que o diretor da OMS disse sobre os efeitos do lockdown para pobres
Foto da Internt

O Dr. David Nabarro, da OMS, apelou aos governantes para pararem de “usar lockdown como seu método de controle primário” do vírus da Covid. “Os lockdowns tem apenas uma consequência que você nunca deve menosprezar: torna os pobres muito mais pobres”.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou os líderes contra confiar nos lockdowns para combater os surtos – após ter dito anteriormente que os países deveriam ter cuidado com a rapidez com que reabrem.

O Dr. David Nabarro, ex-candidato do Reino Unido para chefiar a OMS e atual Enviado Especial para Covid-19 da organização, disse que tais medidas restritivas devem ser tratadas apenas como último recurso,

Em entrevista à Andrew Neil, da revista britânica The Spectator, Nabarro afirmou que a única coisa que os lockdowns conseguiram foi pobreza – sem nenhuma menção ao potencial de vidas salvas.

“Nós, na Organização Mundial da Saúde, não defendemos os lockdowns como o principal meio de controle desse vírus”, disse o Dr. Nabarro.

“A única vez em que acreditamos que um lockdown se justifica é para ganhar tempo para reorganizar, reagrupar, reequilibrar seus recursos, proteger seus profissionais de saúde que estão exaustos, mas, em geral, preferimos não fazer isso”, disse o Enviado Especial da OMS.

No mês passado, Nabarro disse aos parlamentares do Comitê de Relações Exteriores do Reino Unido que “medidas de contenção” levariam a “grandes aumentos na pobreza, fome, desemprego e assim por diante”. Agora ele alertou a The Spectator para “uma catástrofe global horrível” que está se desenrolando.

Nabarro disse que há danos significativos causados por lockdowns rígidos, com impacto global devastador nos níveis de pobreza, especialmente nas economias mais pobres que estão sendo afetadas indiretamente.

“Basta olhar para o que aconteceu com a indústria do turismo no Caribe, por exemplo, ou no Pacífico porque as pessoas não estão tirando férias”, disse.

“Veja o que aconteceu com os pequenos agricultores em todo o mundo. … Veja o que está acontecendo com os níveis de pobreza. Parece que podemos muito bem ter uma duplicação da pobreza mundial no próximo ano. Podemos muito bem ter pelo menos o dobro da desnutrição infantil”, destacou Nabarro.

O contexto nos países pobres é muito diferente das nações mais ricas, pois pode levar à fome.

“A ONU chama de ‘catástrofe humanitária global’, com mais de 130 milhões de pessoas em risco de passar fome este ano, a maior tragédia da pandemia: como a corrida para o lockdown desencadeou um desastre épico causado pelo homem que leva a milhões de mortes desnecessárias?”, questiona Ian Birrell, da publicação britânica iNews.

Anteriormente, a agência da ONU tinha recomendado o lockdown e se posicionado contra a suspensão das restrições durante a primeira onda do vírus da Covid-19.

O Diretor-Geral da OMS Tedros Adhanom Ghebreyesus, não conseguia parar de elogiar a resposta draconiana da China no início desta pandemia e alertou repetidamente contra o levantamento dos lockdowns muito cedo.

“A última coisa que qualquer país precisa é abrir escolas e empresas, apenas para ser forçado a fechá-los novamente por causa de um ressurgimento”, dizia Tedros.

“Precisamos chegar a uma situação sustentável em que tenhamos controle adequado deste vírus sem suspender inteiramente nossas vidas, ou cambalear de um lockdown para outro – o que tem um impacto extremamente prejudicial para as sociedades”, reconheceu o chefe da OMS.

Nabarro está defendendo uma nova abordagem para conter o vírus SARS-CoV-2.

“Realmente apelamos a todos os líderes mundiais: pare de usar o lockdown como seu método de controle primário. Desenvolva sistemas melhores para fazer isso. Trabalhem juntos e aprendam uns com os outros”.

“No final, o governo tem que assumir a responsabilidade por equilibrar o que pode ser visto como uma compensação entre a saúde e a economia”.

“Nossa linha é dizer que seja temporário”, seja o que for necessário fazer, porque “esse vírus vai estar por aí por muito tempo”. É preciso descobrir como “manter a economia funcionando e manter o número de casos baixo”, disse o Dr. Nabarro.

No domingo passado (4), Nabarro disse ao Financial Times que lidar com a crise do coronavírus no Reino Unido “não será o caso de todos serem vacinados”.

“Haverá uma análise definitiva de quem é a prioridade da vacina, com base em onde moram, sua ocupação e sua faixa etária”, disse Nabarro. “Não estamos fundamentalmente usando a vacina para criar imunidade da população, estamos apenas mudando a probabilidade das pessoas serem lesionadas ou sofrerem”.

É amplamente aceito que qualquer vacina contra a Covid-19 apenas limitará os danos causados pela doença, não prevenindo a transmissão do vírus.

O primeiro lockdown

A primeira decretação de lockdown ocorreu em Wuhan, China, após protestos de populares insatisfeitos com a condução do surto pelas autoridades públicas. Para preservar o regime, os dirigentes do Partido Comunista da China (PCC) substituiram os governantes da cidade e da província, em 13 de fevereiro de 2020, e foi instituído imediatamente lockdown total, com características de estado de sítio e de prisão domiciliar da população, enquanto o departamento de publicidade do PCC enviava mais de 300 repórteres a Wuhan para “fornecer forte apoio à opinião pública”. Não eram apenas vidas e a economia que estavam ameaçadas pela Covid-19. A crise de saúde pública da China poderia abalar a confiança do povo no sistema de governo centralizado e autoritário. O Presidente Xi Jinping disse na época que o  governo precisava intensificar a propaganda e fortalecer o controle da mídia on-line para manter a estabilidade social em meio à crise, reportou a agência de notícias estatal Xinhua.

Com informações da The Spectator, New York Post, iNews, The Financial Times, Xinhua

Se a Lava Jato for anulada, teremos que devolver dinheiro aos corruptos, disse Luiz Fux

Luiz Fux: o que esperar do lavajatista liberal na presidência do Supremo -  10/09/2020 - UOL Notícias
Foto da Internet

O presidente do STF Luiz Fux em uma entrevista dada a IstoÉ disse que o Brasil tem que manter a Lava Jato na sua continuidade, corrigindo erros pontuais.

Como um dos defensores da Lava Jato, o senhor acredita que a operação corre o risco de acabar e suas conquistas serem destruídas?
A Lava Jato não é uma operação isolada. Ela faz parte do ideário de combate à corrupção já enraizado no País. Há dezenas de ações e processos em andamento espalhados pelo Brasil, que ainda precisam ser julgados. Eventuais erros da operação devem ser tratados como questões pontuais e analisados no foro adequado. Mas não há dúvida do êxito da Lava Jato no combate aos crimes de colarinho branco. Se a Lava Jato for completamente anulada, teremos de contratar um contador para devolver todo dinheiro para os corruptos e corruptores. E é importante frisar que há confissões, dezenas de testemunhas, pessoas que admitiram crimes e provas fartas de corrupção.

IstoÉ

Ministério da Saúde assina contrato para compra de 20 mi de doses da Covaxin

Bolsonaro descarta substituir Pazuello, apesar de crise na saúde - Prisma -  R7 R7 Planalto
Foto: UESLEI MARCELINO/REUTERS

O Ministério da Saúde assinou, na tarde desta quinta-feira (25), contrato para compra de 20 
milhões de doses da vacina Covaxin junto à Precisa Medicamentos, representante do laboratório indiano Bharat Biotech no Brasil. 

Na manhã desta sexta-feira (26), o laboratório confirmou a assinatura do acordo com a pasta da saúde. A vacina da Covaxin ainda está aguardando autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para realizar os estudos clínicos da fase 3 no Brasil, e ainda não tem eficácia comprovada para aplicação de doses no país. 

O acordo prevê entrega de imunizantes de forma escalonada entre os meses de março e maio.

O investimento total foi de R$ 1,614 bilhão na compra da vacina produzida na Índia. A aquisição permitirá ampliar a vacinação dos brasileiros contra a Covid-19, mas o uso só pode ser feito após a sanção da Anvisa.

Antes de acertar a compra das doses, o Ministério da Saúde dispensou a realização de licitação para a aquisição do imunizante indiano e também da vacina russa Sputnik V.

De acordo com o Ministério da Saúde, as primeiras 8 milhões de doses do imunizante devem começar a chegar no mês de março, em dois lotes de 4 milhões a serem entregues entre 20 e 30 dias após a assinatura do contrato.

Em abril, o governo federal espera receber outras 8 milhões de doses de imunizantes importados da Índia, no prazo de 45 e 60 dias após oficialização da compra. Em maio, é esperado o último lote de doses, com 4 milhões de unidades. 

Distribuição

Março: 8 milhões, sendo 4 milhões + 4 milhões de doses entregues entre 20 e 30 dias após a assinatura do contrato.

Abril: 8 milhões, com 4 milhões + 4 milhões de doses entregues entre 45 e 60 dias após a assinatura do contrato.

Maio: 4 milhões entregues 70 dias após a assinatura do contrato.

A vacina contra a Covid-19 desenvolvida por institutos indianos foi batizada de
A vacina contra a Covid-19 desenvolvida por institutos indianos foi batizada de Covaxin